Blood of Olympian
Seja muito bem vindo, caro Herói. Pegue suas armas e se prepare, o Acampamento corre perigo.Qual lado você prefere defender?

Todos sabiam que batalhas estavam prestes a acontecer. E enquanto Hades montava seu pequeno exército de cinco garotos extremamente poderosos e, definitivamente, com o genio do pai, os lideres campistas treinavam os semi deuses para a batalha final. Enquanto isso no Olimpo, os deuses decidiam o que fazer, e assim, Zeus permite mais uma vez que os deuses se comuniquem com seus filhos. Isto gerou extrema confusão, e divisão de opiniões, mas eles precisavam aceitar o sangue que era seu sangue, ou então, este sangue seria cruelmente derramado.


Blood of Olympian on Messenger:

group1467947@groupsim.com
enjoy! (:

Aviso Aviso
Zeus Poseidon Hades

20.12.2020 - tarde

Tempo frio, uma camada fina de neve cobre o gramado da Colina. Por motivos de segurança dos próprios campistas, todos os Semi-deuses foram aconselhados a voltarem para o Acampamento e passarem as festas lá.

Ações:

▪ Campistas regressando para a Colina
▪ Centauros enlouquecendo tentando conter as brigas
▪ Sátiros voltando de suas missões
▪ Ninfas dando as boas vindas aos campistas
▪ Caçadoras tentando manter-se afastadas dos campistas, principalmente dos garotos.

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Bell, Sophie

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Bell, Sophie

Mensagem por Sophie Bell em Ter Dez 21, 2010 8:07 am

SOPHIE BELL,
sons of Deméter
..
Baby just breathe
there's nowhere else tonight we should be


DADOSGERAIS
Nome completo: Sophie Bell
Idade: 15 anos
Data de nascimento: 22 de setembro
Progenitor Olimpiano: Deméter
Familiares humanos: Margareth e Joseph Bell (madrasta e pai), Louis Bell (irmão que está para nascer) e Alice Bell (tia).

OUTRASINFORMAÇÕES
Maiores habilidades: Ela não é totalmente convencida disso, mas dizem que tem uma bela voz e Sophie até gosta de cantar, apesar de que tem um pouco de vergonha quando muita gente está para escutá-la. È uma garota aventureira, o que explica o fato de ela ter facilidades em subir em árvores, correr por muito tempo e qualquer coisa nesse estilo, inclusive nadar.
Fisicamente: Sophie tem cabelos longos e a cor loira deste acentua o azul claro dos seus olhos, que por natureza, são intrigantes. Não é tão alta (1.63 m), mas em compensação tem um belo corpo com belas curvas. Como dizem os humanos, tem pé de princesa e feições delicadas. Sua pele é bem clarinha, o que resulta em problemas quanto o sol esta em questão já que esse fator a deixa avermelhada muito fácil.
Psicologicamente: Geralmente é uma garota tranqüila, não é do estilo briguenta e muito menos fofoqueira. È bastante vaidosa, curiosa e cuidadosa, além de atenciosa e amigável com aqueles que a procuram. Preza demais a amizade com Peter, seu melhor amigo e garoto por quem descobriu-se apaixonada e a única coisa que a enlouquece é a aproximação exagerada que ele criou com a novata Wendy. Em outras palavras, Sophie é extremamente ciumenta e possessiva em relação a ele. Algumas vezes é birrenta e chorona, como qualquer garota que sente seu amor ameaçado.
Maiores temores: No momento, que Peter se apaixone por Wendy e que isso vire um namoro. Sophie é muito apegada a ele, e a novata representa um tipo de ameaça no seu relacionamento com Peter. Tirando isso, a loira morre de medo de aranhas e de que, de alguma forma, algo ruim aconteça com aqueles que ama.
Objetivos e sonhos: Não enxergada nada além de Peter, garoto por quem se encontra secretamente apaixonada, ou seja, está totalmente focada no seu amor por ele, sendo o seu principal objetivo afastar Wendy dele. Sophie também é muito sonhadora, deseja um dia conhecer sua mãe, mesmo sabendo que são poucos semi-deuses que conseguem isso, também é dedicada aos treinamentos e se esforça para estar melhorando sempre para assim conseguir uma posição de maior destaque, tipo líder do chalé.

DADOSDOACAMPAMENTO
Quando chegou ao Acampamento Meio-Sangue? Qual sátiro o trouxe? Chegou ao acampamento quando tinha 12 anos de idade, trazida pelo sátiro Alden Green.
Participou de alguma missão? Como foi? A loira foi com Alden escoltar outro meio sangue para o Acampamento, a novata Wendy D’Arck, e essa foi sua primeira missão. Foi bem menos conturbador do que ela esperava, bem mais simples do que acreditava ser, contudo Sophie adora se gabar desse fato, apesar de ter criado atritos com a novata.
Possui algum objeto/arma especial? Não, nadinha D:
Habita o Acampamento apenas durante as férias? Não, ela está lá sempre que pode.
Se dá bem com: Quase todos na verdade, mas em especial com Peter Stocker e Nathanel Meyerson.
Não se dá bem com: Wendy D’Arck
Atividades de preferência no acampamento: Sophie adora musica e tudo o que é meio artístico, apesar de não saber desenhar muito bem. Gosta também dos treinamentos, principalmente se estes envolvem lutas.


HISTÓRIA
Eu nunca cheguei a imaginar que uma história pudesse ser construída por mentiras. Pensava que isso só fizesse parte de filmes dramáticos e que, por puro infortúnio, o personagem principal acabava descobrindo algo que se chocava com sua realidade ou com suas crenças. Geralmente, em filmes assim, esse personagem é o que sofre, o que entra em crise por estar vivendo em uma realidade completamente oposta a da sua e, como todos nós sabemos, no fim não lhe resta opção a não ser aceitar e aprender a conviver nesse seu novo mundo. De onde vem esse primeiro e inesperado baque? Quase sempre dos familiares ou dos amigos próximos, independente do tipo de guinada, elas tendem a vir daqueles que mais confiamos. O que nos leva de volta as mentiras, porque isso sempre vem uma verdade escondida, encoberta. A questão é: todos estão rodeados por mentiras de gravidades diferenciadas, mas que uma hora ou outra, vai vir à tona. E, comigo, não foi diferente....


I NEED MY HAPPY ENDING,


Na versão de meu pai, o dia do meu nascimento era ensolarado, mas as contradições são altas na versão da minha tia que, afincamente, defende um dia chuvoso. Para ele, minha mãe usava um vestido rosa, para ela era um macacão vermelho. Ele afirma que o parto não demorou muito tempo, mas tia Alice corrige-o sempre, contanto que foram horas e horas. Eu podia simplesmente perguntar aquela cuja situação protagonizava, mas a questão é que eu nunca vou saber realmente quais são os reais detalhes uma vez que a pessoa que me deu a luz não está mais presente entre nós. Joseph, meu pai, quando eu era pequena e tinha lá meus cinco aninhos, após passar horas contando histórias e lendas das mais variadas espécies, apontava para o céu todas as noites e dizia que minha mãe estava entre as estrelas, assim como a cada aniversário que passava ele afirmava que meus traços ficavam mais idênticos aos dela. Conforme o mesmo, meu nome tinha sido escolhido por ela também e ele o adorava, assim como quase tudo o que vinha de mim. Digamos que eu era uma lembrança dela, um pedaço dela. Algo que foi desejado e, conseqüentemente, recebido com alegria e muito amor. Dávamos-nos bem quase como melhores amigos, éramos totalmente conectados, afinal era somente eu e ele, precisávamos um do outro, eu por dependência, ele por companhia já que vivia em constante depressão por causa da grande perda de seu amor.

Não nos afastamos quando ele casou-se novamente apesar de eu não ter recebido a noticia muito bem, afinal tratava-se de alguém completamente obcecado por outra mulher, obsessão que nem a morte pareceu dar um fim. Mas se nem a morte resolve, o tempo há de curar. Depois de nove anos em que éramos só nós dois, Margareth entrou para a família e, felizmente, pôs fim em suas queixas. Não que eu não gostasse que ele declamasse a falta que minha mãe fazia ou o quão perfeita e maravilhosa ela era, mas já fazia muito tempo, ele precisava simplesmente seguir em frente, não viver do passado, e por mais estranho que fosse receber Margareth em minha vida, era o melhor para ele. Obviamente esse pensamento construiu-se um pouco depois, pois quando ele casou-se eu tinha nove anos ainda, não tinha maturidade para chegar a essa conclusão, o que explica os sete primeiros meses de puro tormento. Contudo, assim que eu aceitei a idéia desse novo relacionamento, Margareth demonstrou-se um anjo e assim como nossa convivência, nosso relacionamento deu um grande salto.

Eram tempos calmos, eu me adaptava a nova cidade, estava prestes a ganhar um irmãozinho e acabara de completar 12 anos. Não podia reclamar, não era um lugar ruim e a casa era maravilhosa, eu estava me adaptando a nova escola e estava pronta para novas amizades, enfim, fortalecida para criar uma nova história em um lugar completamente desconhecido. Estava levemente abalada com a mudança, mas estava em paz uma vez que essa foi necessária por questões de trabalho do meu pai. Depois de aproximadamente dois meses, as coisas já estavam todas ajustadas, sem mais caixas ou pequenas reformas na casa, apenas uma rotina da qual o habito já entediará e a tornará apenas uma rotina. Nada novo, nada diferente, apenas mais do mesmo. Isso é, por pouco tempo.

Eu corria na chuva fraca, a blusa em cima da cabeça, os livros abraçados ao corpo, indo em direção ao quarteirão em que minha casa se encontrava quando um homem alto me abordou me chamando pelo nome. Parei, mais por reflexo que por curiosidade, mas logo voltei a correr assim que não o reconheci e ele começou a falar coisas estranhas. Entrei em casa, troquei de roupa e logo após isso a campainha tocou. Cerca de dois ou três minutos, Margareth bateu na porta do meu quarto, o rosto pálido e a expressão de choque compunham seu rosto. Isso me assustou, e claro, mas ela não respondeu as minhas indagações, apenas disse que meu pai me chamava à sala. O homem que tentara se comunicar comigo estava lá, o cumprimentei já extremamente confusa, e sentei em uma das cadeiras que ficavam em volta da mesinha que ficava no centro da sala. O susto veio em seguida, quando o homem disse ser um sátiro. Meu pai costumava me contar histórias e lendas quando eu ia me deitar e, uma vez, ele mencionou essas criaturas, o que imediatamente, ao lembrar-me do que eles eram, fez com que meus olhos procurassem por suas pernas... O homem, cujo nome era Alden Green, riu e agradeceu meu pai por me deixar previamente informada. Eu não entendia uma palavra do que eles falavam, mas eram coisas ligadas a mitologia e seus deuses e seres, eu apenas escutava em silêncio enquanto constantemente lançava olhares para as pernas cobertas por um sobretudo gigantesco do suposto sátiro e tentava compreender o sentido da frase “você é um semi-deus...”. Se tinha alguém que refletia o meu estado era Maggie: descrença. Minha primeira reação foi chamá-los de loucos até ser interrompida e obrigada a escutar uma nova versão do meu nascimento...

Semanas depois, quando as férias chegaram, eu estava entrando em um acampamento de semi-deuses, mesmo acreditando não ter nada de especial. Demetér, EU era filha da deusa Demetér! Era insano, completamente estranho e absurdo, porém real. Quando disse que estava pronta para me adaptar a um novo ambiente, não tinha noção de que a minha “nova história” e o meu “lugar desconhecido” fosse parte de um universo paralelo. Eu me encontrava brava, atormentada e vivia em estado de choque e não conformação, sentia-me enganada, como se minha vida inteira tivesse sido uma mentira, como se tivessem escondido de mim as minhas verdadeiras origens.

O primeiro ano no acampamento foi difícil, eu me sentia deslocada, uma perdida. Tinha certo acanhamento em me aproximar das pessoas e me assustava com suas demonstrações de habilidades e suas lutas agressivas. Contudo, encontrei um elo, alguém que me ajudou com todas essas coisas... Peter Stocker se tornou meu melhor amigo desde então e éramos como unha e carne, sempre juntos. Digamos que me adaptei, conformei-me. Aprendi a lutar, a escalar, a correr, nadar, desenhar e a amar. Amar Peter, por assim dizer. Apaixonei-me pelo meu melhor amigo, mas nunca tive coragem de lhe dizer por questões obvias, não queria correr o risco de afastá-lo. Passou quatro anos desde que o sátiro me abordou na rua, quatro anos de acampamento, quatro anos de amor pelo mesmo garoto. Amor que, agora, estava ameaçado. Uma novata, Wendy, da mesma idade que eu e que inclusive ajudei a “recrutá-la” em uma missão, estava se arrastando para o meu Peter... E eu estou prestes a perdê-lo se não contar o que sinto logo de uma vez. Mas também posso perdê-lo se contar, o que me remete a um impasse.

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