Blood of Olympian
Seja muito bem vindo, caro Herói. Pegue suas armas e se prepare, o Acampamento corre perigo.Qual lado você prefere defender?

Todos sabiam que batalhas estavam prestes a acontecer. E enquanto Hades montava seu pequeno exército de cinco garotos extremamente poderosos e, definitivamente, com o genio do pai, os lideres campistas treinavam os semi deuses para a batalha final. Enquanto isso no Olimpo, os deuses decidiam o que fazer, e assim, Zeus permite mais uma vez que os deuses se comuniquem com seus filhos. Isto gerou extrema confusão, e divisão de opiniões, mas eles precisavam aceitar o sangue que era seu sangue, ou então, este sangue seria cruelmente derramado.


Blood of Olympian on Messenger:

group1467947@groupsim.com
enjoy! (:

Aviso Aviso
Zeus Poseidon Hades

20.12.2020 - tarde

Tempo frio, uma camada fina de neve cobre o gramado da Colina. Por motivos de segurança dos próprios campistas, todos os Semi-deuses foram aconselhados a voltarem para o Acampamento e passarem as festas lá.

Ações:

▪ Campistas regressando para a Colina
▪ Centauros enlouquecendo tentando conter as brigas
▪ Sátiros voltando de suas missões
▪ Ninfas dando as boas vindas aos campistas
▪ Caçadoras tentando manter-se afastadas dos campistas, principalmente dos garotos.

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Hanson, Jude

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Hanson, Jude

Mensagem por Jude Hanson em Qua Dez 22, 2010 5:24 pm


Sons of Hefesto



    · ·
    and now my life has changed in oh so many ways
    my independence seems to vanish in the haze
    but every now and then I feel so insecure
    I know that I just need you like I've never done before



DADOSGERAIS
Nome completo: Jude John Hanson
Idade: 18 anos
Data de nascimento: 23 de Janeiro de 2002
Progenitor Olimpiano: Hefésto
Familiares humanos: Samantha Hanson era minha mãe.

OUTRASINFORMAÇÕES
Maiores habilidades: Qualquer coisa que envolva muita violência. Tá, na verdade, eu sou bom com lutas, qualquer luta. Geralmente, tem que ter muito sangue, muita ação, bem violenta mesmo, sabe? E como sou filho de Hefésto, eu sou um excelente ferreiro, tanto que minhas armas, eu mesmo quem as faço, e claro, são as melhores.
Fisicamente: Fortão, altão, bonitão. Coloque tudo com "ão" no final, e tem minha descrição física.
Psicologicamente: Digamos que eu não sou o Príncipe Encantado e nem o Senhor Educação. Não tenho paciência, odeio esperar, para mim, é agora ou nunca. E, talvez eu seja meio paranóico, mas eu brigo por tudo. Tudo mesmo.
Maiores temores: Ver alguém que amo morrer de novo e eu não poder fazer nada para impedir.
Objetivos e sonhos: Me tornar um grande guerreiro, honrar o sangue que eu tenho.

DADOSDOACAMPAMENTO
Quando chegou ao Acampamento Meio-Sangue? Qual sátiro o trouxe?
Cheguei com dez anos, o sátiro que me escoltou até o Acampamento entrou em missão e nunca mais voltou.
Participou de alguma missão? Como foi?
Quando eu tinha 15/16 anos, várias vezes me mandaram junto com o sátiro Alden para trazermos quatro semi-deuses para o Acampamento: Noah Jones, Katherine Ewing, Ariana e Lilly Widwick.
Possui algum objeto/arma especial?
Não. De armas, apenas as que eu faço, mas não consegui bronze celestial o suficiente para fazer algo poderoso.
Habita o Acampamento apenas durante as férias?
Não, desde que cheguei aqui, passo o ano inteiro no Acampamento. Já fazem oito anos.
Se dá bem com: Com o pessoal do Chalé de Hermes. Belos jogos (:
Não se dá bem com: Não tenho uma "lista negra", mas, torrou muito meu saco, eu mato.
Atividades de preferência no acampamento: Preciso responder? Os treinos de espadas e arco e flecha, claro que os duelos e claro que a Captura da Bandeira, onde eu posso botar tudo junto em prática.

    HISTÓRIA

Eu nem sempre fui esse garoto revoltado e cruel. Acredita que as pessoas são como são por que elas tiveram algum motivo? Bem, se não acredita, leia minha história e passe a acreditar.

Acredite ou não, eu era um doce de garotinho. Educado, gentil, bondoso, e toda aquela melosidade e blábláblá. Minha mãe me criou sozinha desde que nasci, ela nunca falava do meu pai, e eu nunca me interessei pelo assunto também. Samantha Hanson era a mulher mais importante da minha vida. Claro, era minha mãe. Mas eu a admirava não apenas por isso. Minha mãe tinha o maravilhoso dom de pegar qualquer coisa simples e transformar em algo extraordinário. Ela era aquele tipo de mulher que gostava de colocar a mão na massa, queria tudo do jeito que ela planejava e para isso, ela mesma tinha que fazer. Nossa casa, quem construiu foi ela. Tudo bem, não foi ela quem colocou os tijolos e tudo o mais, mas quem fez os desenhos, toda a arquitetura, todo o planejamento, toda a coordenação, foi ela. Tudo ela. E no que resultou? Na casa mais bem planejada e confortável que alguém poderia ter. Eu tinha dois anos quando nos mudamos para aquela casa. Meu quarto era todo azul com nuvens pintadas no alto das paredes e em todo o teto. Estantes carregadas de brinquedos de montar estavam organizadinhas pelos cantos, um baú enorme cheio de qualquer coisa montável que você possa imaginar ficava bem ao pé da minha cama. Sim, minha mãe adorava despertar o interesse do "fazer" em mim, por isso, todos os meus brinquedos não eram brinquedos sem objetivos. Geralmente, eram quebra-cabeças, aqueles joguinhos de "Lego", brinquedos de encaixar. Conforme eu crescia, a dificuldade aumentava.
Além de ser uma mulher extremamente com garra, ela era um doce. Como já disse, ela gostava de estar sempre fazerndo, então, todo o dia bem cedinho, ela levantava e descia para preparar meu café. Um cardápio diferente por dia. Normalmente, às segundas-feiras era pão italiano com queijo quente e leite. Meu preferido. Então, ela checava meu material e me levava à escola. No final da aula, ela sempre estava lá, sentadinha no gramado da escola, me esperando. Ela me colocava em seus ombros e me levava para casa a pé, não morávamos muito longe. Eu chegava e já tinha um lanche me esperando. Eu adorava quando ela fazia bolo de laranja. De tarde, eu ia para a loja de artesanal que ela tinha. Não era meu lugar preferido, mas eu adorava vê-la fazendo suas pecinhas complexas. De noite, ela fazia o jantar, o que ela mais gostava de fazer era bolo de carne. Depois, ela me dava banho, me vestia, me colocava em minha cama e cantava para me fazer dormir. Normalmente a mesma música, sua preferida da banda que ela tanto gostava, a música de onde ela tirou meu nome. "Hey, Jude, don't make it bad, take a sad song and make it better. Remember, to let her into your heart, then you can start, to make it better.". É, minha mãe adorava The Beatles e me fazia dormir cantando Hey Jude, de onde ela tirou meu nome.

Deu pra perceber que ela adorava fazer quase tudo por mim, conforme eu crescia, ela deixava algumas coisas de lado, como me carregar nos ombros, me vestir e me dar banho, mas ainda cantava para mim.
E todo o meu tormento começou aos meus nove anos de idade. Na escola, eu via coisas estranhas, e minha dislexia me prejudicava demais. Eu já estava até aceitando que era coisa da minha cabeça ver cavalos alados voando por cima do campo de futebol, afinal, isso não existia. Eu conheci um garoto, Timothy, que andava de forma engraçada, como que mancando. Ele se tornou um bom amigo, pra dizer a verdade, ia em casa, minha mãe até que gostava dele também, mas por vezes, ele me fazia perguntas estranhas, como "Quanto tempo você consegue fiar debaixo d'água?; Já tomou um choque muito forte, mas não sentiu quase nada?; Gosta muito de uvas?; Já se queimou, mas não sentiu muita dor?; Sua mira é muito boa?". Sério, aquelas perguntas, em deixavam confuso, quer dizer, quem se queima e não sente dor?
Bem, no meu aniversário de 10 anos, nós o convidamos. Na verdade, minha festa foi composta apenas por minha mãe, Timothy e eu. Eu não era o tipo de garoto que todo mundo gostava na escola (e nem sabia por que), e Tim era o único que conseguia (ou queria) se relacionar comigo. Mamãe nos levou ao zoológico de Los Angeles, como havia me prometido. Tim foi conosco, e então as coisas estranhas voltaram a acontecer.
Estávamos vendo os leões, mamãe estava completamente feliz, Tim estava um tanto... Tenso. Implorava para que fôssemos embora, voltássemos para casa, e mamãe estava quase concordando, mas desistiu quando eu pedi para ficarmos mais um pouco. Penso que se tivéssemos ido embora, mamãe estaria em casa fazendo bolo agora.
Um dos leões saltou e planou no ar, duas asas de águia surgiram em suas costas, o focinho felino sumiu e um rosto feio de homem surgiu no lugar, as patas dianteiras eram garras de águia e a cauda parecia o ferrão de um escorpião. Eu gritei de desespero quando aquela coisa voou na minha direção. Tim tirou uma flauta de bambu no bolso e começou a tocar. "Timothy, não é hora!" foi o que pensei, até que vi os troncos das árvores do viveiro dos leões começarem a se mover, tentando agarrar aquela coisa que voava. Tim gritou para que corrêssemos , minha mãe pegou na minha mão e me puxou, mas aquela mantícora desviou dos galhos com facilidade e tentou me atacar novamente, as garras apontadas diretamente para mim. Mas minha mãe meteu-se na minha frente e foi pega em meu lugar. Aquela coisa a estraçalhou bem diante dos meus olhos. Tim tentava me puxar para irmos enquanto tocava a flauta ao mesmo tempo. Eu estava com raiva, muita raiva! Eu pulei nas grades do viveiro e arranquei uma das lanças. Estranhamente, ela tomou um tom de bronze quando eu a segurei. Aquele leão voou para mim novamente, e quando ele estava perto o suficiente, eu atirei a pequena lança em sua direção, acertando-o bem na testa. O animal transformou-se em pó, mas antes que eu pudesse fazer mais alguma coisa, Tim me puxou com força para dentro de um carro preto. Não me perguntem como o carro surgiu dentro do zoológico, porque o estranho mesmo era ouvir as três motoristas brigarem por um olho.
Eu estava completamente calado. Timothy tentava falar comigo, mas eu não queria responder. Minha mãe estava morta, havia sido assassinada por algo que não existia de verdade. Talvez fosse apenas um pesadelo horrível, e logo eu acordaria e mamãe estaria fazendo meu bolo de aniversário.
O carro parou e Tim me empurrou para fora. Estávamos em uma colina, muito bonita por sinal, mas que eu não fazia a mínima ideia de onde era. Tim continuou me puxando colina à cima, e em meu estado mórbido, eu o seguia. Quando me dei por mim, estava em uma espécie de acampamento. Só que detalhe: um acampamento temático. Por que digo isso? Oras, toda a decoração era da época grega-antiga, os campistas usavam armaduras e espadas. Mas claro, o que me chocou, foi ver um cara com corpo de cavalo andando na minha direção. Tá, era um centauro, bela fantasia, era perfeita. E então, Tim começou a tirar as calças e VOILÁ, ele tinha pernas de bode. É, era um pesadelo mesmo. Tanto que desmaiei.
Acordei deitado em uma maca macia, Tim ainda ali e o tal centauro. Sim, ele ainda era um centauro e Tim ainda parecia um sátiro. Enquanto eu ainda achava que estava dormindo, eles começaram a contar histórias loucas, no resumo, eu, supostamente, era filho de um deus. Tá, ótimo, e a minha mãe? Para ela, infelizmente, nada de volta.
Tudo bem, eu era um semi-deus, claaaro, por que nunca suspeitei? Aquilo era ridículo para mim, eu queria ir para casa, encontrar a minha mãe, ela não podia simplesmente ter morrido daquela forma. Mas, ninguém me deixava voltar, diziam que era perigoso demais para um semi-deus. MAS EU NÃO ERA UM SEMI-DEUS! Era só um garoto normal, por que ninguém entendia isso?
Bem, por quase seis meses, eu fiquei confinado naquele acampamento, sem falar com ninguém. Tim acabou sumindo em uma "missão" e aquele pesadelo não acabava nunca. Até que eu finalmente, aceitei a ideia de que era um semi-deus. Era tudo o que eu poderia aceitar, nada mais.
Eu ainda estava no chalé de Hermes, mas passava boa parte do meu tempo nas forjas, ocupando minha mente com algo complicado de se fazer, assim eu não pensava na mamãe, até que um dia, Hefésto me reconheceu como filho dele quando eu montei um monumento de bronze para minha mãe. Não era algo muito grande, na verdade, era uma lápide muito bonita, com, passarinhos mecânicos que saiam voando de dentro dela e voltavam para dentro novamente.
E então, lá fui eu para o chalé de Hefésto, mas eu não ficava muito por lá. Ou estava nas forjas, ou estava no chalé de Hermes, sabe, eles conseguem burlar as regras do Acampamento e sempre trazem jogos interessantes para cá. Os mais legais são os de tiros, ou aquele que tem que matar zumbi, sabem? é, é bem legal. Que foi? Eu sou um semi-deus, mas ainda vivo no século XXI u.u
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Jude Hanson
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Itens mágicos : Ambrósia: 2 garrafinhas & Néctar: 2 garrafinhas
Extras : Filho de Hefésto

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