Blood of Olympian
Seja muito bem vindo, caro Herói. Pegue suas armas e se prepare, o Acampamento corre perigo.Qual lado você prefere defender?

Todos sabiam que batalhas estavam prestes a acontecer. E enquanto Hades montava seu pequeno exército de cinco garotos extremamente poderosos e, definitivamente, com o genio do pai, os lideres campistas treinavam os semi deuses para a batalha final. Enquanto isso no Olimpo, os deuses decidiam o que fazer, e assim, Zeus permite mais uma vez que os deuses se comuniquem com seus filhos. Isto gerou extrema confusão, e divisão de opiniões, mas eles precisavam aceitar o sangue que era seu sangue, ou então, este sangue seria cruelmente derramado.


Blood of Olympian on Messenger:

group1467947@groupsim.com
enjoy! (:

Aviso Aviso
Zeus Poseidon Hades

20.12.2020 - tarde

Tempo frio, uma camada fina de neve cobre o gramado da Colina. Por motivos de segurança dos próprios campistas, todos os Semi-deuses foram aconselhados a voltarem para o Acampamento e passarem as festas lá.

Ações:

▪ Campistas regressando para a Colina
▪ Centauros enlouquecendo tentando conter as brigas
▪ Sátiros voltando de suas missões
▪ Ninfas dando as boas vindas aos campistas
▪ Caçadoras tentando manter-se afastadas dos campistas, principalmente dos garotos.

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Ficha dos Semi-Deuses

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Ficha dos Semi-Deuses

Mensagem por Poseidon em Ter Ago 24, 2010 5:45 pm

Semi-deuses, postem suas fichas aqui!
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Poseidon
olimpo
olimpo

Itens mágicos : Ambrósia e Néctar à vontade
Armas especiais : Tritão
Missões em que participou : *Abre pergaminho com lista gigante*
Extras : Deus e Senhor dos Mares, o Todo Poderoso Aquático e o deus mais gostoso do pedaço. Tá, eu parei. Além disso, nas horas vagas, sou a Adm lindona ;*

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Re: Ficha dos Semi-Deuses

Mensagem por Wendy D'Arck em Sex Out 22, 2010 6:02 pm

Sons of Atena


    I a m n o t t h e k i n d o f g i r l
    w h o s h o u l d b e r u d e l y b a r g i n g
    i n o n a w h i t e v e i l o c c a s i o n



D A D O S G E R A I S
Nome completo: Wendy Elisha D'Arck
Idade: 15 anos
Data de nascimento: 16 de Novembro
Progenitor Olimpiano: Atena
Familiares humanos: Henry D'Arck (pai) e Mariane D'Arck (madrasta)

O U T R A S I N F O R M A Ç Õ E S
Maiores habilidades: eu tenho muita facilidade para ler, tipo, leio umas duzentas páginas em uma hora mais ou menos, sou criativa, vejo imagens em tudo, por exemplo, posso achar que uma pêra com uma mancha é uma mulher de boca aberta. Bem, eu estou começando a treinar com espadas, e acho que vou me dar bem.
Fisicamente: não sou exatamente alta, tenho 1,62cm. Meus cabelos são longos e ruivos, um tanto cacheados. Minha pele é tão branca que às vezes acho que sou doente, meus olhos verdes se destacam facilmente em meu rosto, meu corpo é normal para uma garota de 15 anos, nada de exageros em nenhum lugar.
Psicologicamente: sou extremamente curiosa! "Não faça" para mim é um convite para se fazer algo. Não que eu seja obediente, mas eu preciso saber do motivo para fazer ou não fazer algo, se não, descubro por mim mesma. Digamos que eu sou uma criança no corpo de uma adolescente. Faço birra quando estou irritada ou quando não estou conseguindo resolver alguma coisa. Gosto de manter minha mente ocupada, ou então, inúmeras perguntas vão começar a surgir e me deixar louca! Estou sempre rindo, prefiro me preocupar em ajudar os outros com seus problemas do que ficar remoendo os meus.
Maiores temores: me tornar uma mulher inútil.
Objetivos e sonhos: aprender tudo o que eu conseguir aqui no Acampamento, obviamente receber missões no mundo exterior, e fazer com que minha mãe tenha orgulho de me chamar de filha.

D A D O S D O A C A M P A M E N T O
Quando chegou ao Acampamento Meio-Sangue? Qual sátiro o trouxe?
Não tem muito tempo, alguns meses, uns dois eu acho. O sátiro que me encontrou perdida em New York foi Lemony, que por sinal, faz tempo que não o vejo.
Participou de alguma missão? Como foi?
Ainda não, estou aqui tem dois meses, lembra?
Possui algum objeto/arma especial?
Ainda não também.
Habita o Acampamento apenas durante as férias?
Por enquanto, não. Se meu pai arrumar as coisas lá em casa, eu passarei apenas as férias aqui, mas não é o que desejo, quero ficar o ano todo no Acampamento.
Se dá bem com: Allidel Hobbes e com Peter Stocker. Allidel foi quem praticamente me acolheu aqui, e Peter é um garoto simplesmente simpático, divertido, sabe?
Não se dá bem com: Sophie Bell, uma amiga do Peter, por alguma razão, ela me odeia. Na verdade, quase ninguém do Acampamento se aproxima de mim, eu só gostaria de saber o motivo.
Atividades de preferência no acampamento: as aulas de pintura são extraordinárias! Arco e flecha também é uma maravilha! Mas claro, as aulas de esgrima são as melhores! Sabe, é bem legal segurar uma espada e imaginar todas as coisas que você pode tentar fazer com elas em um duelo.

H I S T Ó R I A
A vida é uma grande aventura, se soubermos vivê-la. É o que eu sempre digo. Vejam eu, por exemplo.
Nasci em Campbell, Texas. População? Incrivelmente 750 pessoas. Sim, foi nessa cidade pequena que eu morei até mais ou menos meus 6 anos de idade. Papai me criou muito bem, nunca senti falta de ter uma mãe. Ele me dizia que minha mãe achava Campbell muito pequena para ela e que nos deixou quando eu tinha apenas um ano. Eu poderia muito bem sentir muita raiva dela, mas meu pai não me ensinou assim, nem ele sentia mágoa dela, por que eu deveria sentir? Enfim, papai me criou muito bem. Tudo começou a ficar estranho quando mudamos para New York. Eu deveria ir para a 1° série, e fui, mas descobrimos que eu tinha dislexia e não demorou muito para o Défict de Atenção mostrar-se presente em mim também. Eu não conseguia ler e não conseguia ficar trancada na sala de aula. Apenas as aulas de Educação Física me satisfaziam, era onde toda a minha "carga" se esvaziava. Em meu quarto ano naquela escola, a dislexia estava um tanto mais amenizada, mas eu não me arriscava a ler nada em voz alta, do DDA estava menos insuportável, mas eu ainda me sentia incomodada dentro da sala.
Até que um belo dia, durante uma aula de Educação Física no sexto ano, eu estava treinando aquele arremesso de peso, e dai, um cachorro chegou perto de mim, me olhando de uma forma que me assustava muito, mas me encantava ao mesmo tempo. Eu me aproximei do cachorro, mas ele latiu pra mim e pulou em cima de mim. Enquanto ele pulava, se transformou em um leão com cabeça e asas de águia. Eu rolei para o lado antes que ele caísse em cima de mim. E pé na tábua! Comecei a correr pelo campo da escola, aquela coisa voando atrás de mim. Nunca senti tanta adrenalina como daquela vez, eu desviava, pulava e rolava para não ser atingida por aquela coisa. E então, um garoto que mancava e usava muletas apareceu segurando uma espada de forma desajeitada na mão, ele jogou a espada para mim e instantaneamente, eu espetei a espada naquela coisa. Ela soltou um piado horrível, misturado com um rugido, e virou pó. Eu olhei para o sátiro, sedenta de perguntas. A criatura eu sabia o que era, era um Grifo, mas, Grifos eram criaturas da mitologia grega, e mitologia grega era apenas mitologia grega, ficção, histórias que os gregos inventavam para explicar as coisas naturais.
O garoto disse que precisávamos ir para minha casa e que meu pai me explicaria tudinho. Tá, eu não conhecia o garoto e ele queria que eu o levasse para minha casa para conversar com o meu pai? Bem, eu tinha acabado de enfrentar um monstro mitológico, levá-lo até a minha casa não seria algo tão estranho assim.
E então, papai me disse quem era minha mãe. Uma deusa grega. Ele sempre se referia a ela assim, mas eu levava na esportiva, afinal, eu sempre imaginei minha mãe uma tremenda de uma gata, mas não sabia que era tão ao pé da letra. O garoto se apresentou como Lemony, um sátiro do Acampamento Meio-Sangue. Daí sim minha cara de "Ahaam, acredito muito, você é louco!" ficou ainda maior. Ele me convidou para ir para o tal do Acampamento, que havia milhares de crianças como eu, que eu estaria segura lá, mas eu não queria deixar meu pai, então, decidi que poderia ficar em casa. Lemony não ficou muito contente com isso, mas concordou. Disse que não iria largar do meu pé e que eu teria que aceitar que ele fosse meu amigo. Eu achei um tanto engraçado a forma como ele disse isso.
Bem, alguns meses depois disso, meu pai trouxe uma mulher para casa e me apresentou como sua namorada. Uma tal de Mariane. Eu não fui com a cara daquela mulher desde o primeiro momento, e acho que nem ela gostou muito de mim. Mas tudo bem, ela dizia que amava meu pai, então, o que eu poderia fazer?
E no final do ano, ela já era minha madrasta. Aquele maldito casamento!
Tudo estava um tanto quanto tranquilo, até minhas férias de verão serem perturbada por monstros novamente. Eu ainda não havia aceitado a ideia de que eu era uma semi-deusa, mas estava ficando claro. Píton, Quimera, Grifo de novo. Minha madrasta dizia que eu era muito bagunceira, uma garota inútil, que só bagunçava, bagunçava e ficava inventando historinhas para meu pai acreditar que quem fazia toda aquela destruição em casa não era eu e sim "monstros mitológicos". É, ela não conseguia vê-los, mas meu pai sim. Eu só queria saber por que. Lemony me explicou que havia uma Névoa, que impedia todos os humanos de verem a realidade, modificava a verdade aos olhos deles, isso afastava os curiosos. Mas nem ele soube me explicar por que meu pai conseguia enxergar através da Névoa. Disse que alguns humanos eram assim, talvez fossem menos humanos que o normal.
Uma bela noite, minha madrasta veio com toda aquela ladainha pra cima de mim, eu estava nervosa e resolvi revidar. O que me chocou, foi que me pai me repreendeu, não ficou do meu lado mesmo sabendo a verdade. Naquela hora, vi que meu lugar não era mais ali, subi para meu quarto, juntei tudo o que consegui em uma mochila, e desci pela janela, indo procurar o Lemony ou deixar que ele mesmo me encontrasse.
E então, eu cheguei ao tal Acampamento. Tem dois meses que eu estou aqui, conheço poucas pessoas, na verdade, só Allidel foi simpática comigo, Lemony saiu em missão novamente e não manda notícias desde então, e agora, tem mais alguém que está tentando fazer amizade comigo, Peter. Digamos que ele é... Incrível, por assim dizer.
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Re: Ficha dos Semi-Deuses

Mensagem por Sophie Bell em Dom Out 31, 2010 8:09 pm

SOPHIE BELL,
sons of Deméter

Baby just breathe
there's nowhere else tonight we should be


DADOSGERAIS
Nome completo: Sophie Bell
Idade: 15 anos
Data de nascimento: 22 de setembro
Progenitor Olimpiano: Deméter
Familiares humanos: Margareth e Joseph Bell (madrasta e pai), Louis Bell (irmão que está para nascer) e Alice Bell (tia).

OUTRASINFORMAÇÕES
Maiores habilidades: Ela não é totalmente convencida disso, mas dizem que tem uma bela voz e Sophie até gosta de cantar, apesar de que tem um pouco de vergonha quando muita gente está para escutá-la. È uma garota aventureira, o que explica o fato de ela ter facilidades em subir em árvores, correr por muito tempo e qualquer coisa nesse estilo, inclusive nadar.
Fisicamente: Sophie tem cabelos longos e a cor loira deste acentua o azul claro dos seus olhos, que por natureza, são intrigantes. Não é tão alta (1.63 m), mas em compensação tem um belo corpo com belas curvas. Como dizem os humanos, tem pé de princesa e feições delicadas. Sua pele é bem clarinha, o que resulta em problemas quanto o sol esta em questão já que esse fator a deixa avermelhada muito fácil. ▪ Psicologicamente: Geralmente é uma garota tranqüila, não é do estilo briguenta e muito menos fofoqueira. È bastante vaidosa, curiosa e cuidadosa, além de atenciosa e amigável com aqueles que a procuram. Preza demais a amizade com Peter, seu melhor amigo e garoto por quem descobriu-se apaixonada e a única coisa que a enlouquece é a aproximação exagerada que ele criou com a novata Wendy. Em outras palavras, Sophie é extremamente ciumenta e possessiva em relação a ele. Algumas vezes é birrenta e chorona, como qualquer garota que sente seu amor ameaçado.
Maiores temores: No momento, que Peter se apaixone por Wendy e que isso vire um namoro. Sophie é muito apegada a ele, e a novata representa um tipo de ameaça no seu relacionamento com Peter. Tirando isso, a loira morre de medo de aranhas e de que, de alguma forma, algo ruim aconteça com aqueles que ama.
Objetivos e sonhos: Não enxergada nada além de Peter, garoto por quem se encontra secretamente apaixonada, ou seja, está totalmente focada no seu amor por ele, sendo o seu principal objetivo afastar Wendy dele. Sophie também é muito sonhadora, deseja um dia conhecer sua mãe, mesmo sabendo que são poucos semi-deuses que conseguem isso, também é dedicada aos treinamentos e se esforça para estar melhorando sempre para assim conseguir uma posição de maior destaque, tipo líder do chalé.

DADOSDOACAMPAMENTO
Quando chegou ao Acampamento Meio-Sangue? Qual sátiro o trouxe? Chegou ao acampamento quando tinha 12 anos de idade, trazida pelo sátiro Alden Green.
Participou de alguma missão? Como foi? A loira foi com Alden escoltar outro meio sangue para o Acampamento, a novata Wendy D’Arck, e essa foi sua primeira missão. Foi bem menos conturbador do que ela esperava, bem mais simples do que acreditava ser, contudo Sophie adora se gabar desse fato, apesar de ter criado atritos com a novata.
Possui algum objeto/arma especial? Não, nadinha D:
Habita o Acampamento apenas durante as férias? Não, ela está lá sempre que pode.
Se dá bem com: Quase todos na verdade, mas em especial com Peter Stocker e Nathanel Meyerson.
Não se dá bem com: Wendy D’Arck
Atividades de preferência no acampamento: Sophie adora musica e tudo o que é meio artístico, apesar de não saber desenhar muito bem. Gosta também dos treinamentos, principalmente se estes envolvem lutas.


HISTÓRIA
Eu nunca cheguei a imaginar que uma história pudesse ser construída por mentiras. Pensava que isso só fizesse parte de filmes dramáticos e que, por puro infortúnio, o personagem principal acabava descobrindo algo que se chocava com sua realidade ou com suas crenças. Geralmente, em filmes assim, esse personagem é o que sofre, o que entra em crise por estar vivendo em uma realidade completamente oposta a da sua e, como todos nós sabemos, no fim não lhe resta opção a não ser aceitar e aprender a conviver nesse seu novo mundo. De onde vem esse primeiro e inesperado baque? Quase sempre dos familiares ou dos amigos próximos, independente do tipo de guinada, elas tendem a vir daqueles que mais confiamos. O que nos leva de volta as mentiras, porque isso sempre vem uma verdade escondida, encoberta. A questão é: todos estão rodeados por mentiras de gravidades diferenciadas, mas que uma hora ou outra, vai vir à tona. E, comigo, não foi diferente....

I NEED MY HAPPY ENDING,

Na versão de meu pai, o dia do meu nascimento era ensolarado, mas as contradições são altas na versão da minha tia que, afincamente, defende um dia chuvoso. Para ele, minha mãe usava um vestido rosa, para ela era um macacão vermelho. Ele afirma que o parto não demorou muito tempo, mas tia Alice corrige-o sempre, contanto que foram horas e horas. Eu podia simplesmente perguntar aquela cuja situação protagonizava, mas a questão é que eu nunca vou saber realmente quais são os reais detalhes uma vez que a pessoa que me deu a luz não está mais presente entre nós. Joseph, meu pai, quando eu era pequena e tinha lá meus cinco aninhos, após passar horas contando histórias e lendas das mais variadas espécies, apontava para o céu todas as noites e dizia que minha mãe estava entre as estrelas, assim como a cada aniversário que passava ele afirmava que meus traços ficavam mais idênticos aos dela. Conforme o mesmo, meu nome tinha sido escolhido por ela também e ele o adorava, assim como quase tudo o que vinha de mim. Digamos que eu era uma lembrança dela, um pedaço dela. Algo que foi desejado e, conseqüentemente, recebido com alegria e muito amor. Dávamos-nos bem quase como melhores amigos, éramos totalmente conectados, afinal era somente eu e ele, precisávamos um do outro, eu por dependência, ele por companhia já que vivia em constante depressão por causa da grande perda de seu amor.

Não nos afastamos quando ele casou-se novamente apesar de eu não ter recebido a noticia muito bem, afinal tratava-se de alguém completamente obcecado por outra mulher, obsessão que nem a morte pareceu dar um fim. Mas se nem a morte resolve, o tempo há de curar. Depois de nove anos em que éramos só nós dois, Margareth entrou para a família e, felizmente, pôs fim em suas queixas. Não que eu não gostasse que ele declamasse a falta que minha mãe fazia ou o quão perfeita e maravilhosa ela era, mas já fazia muito tempo, ele precisava simplesmente seguir em frente, não viver do passado, e por mais estranho que fosse receber Margareth em minha vida, era o melhor para ele. Obviamente esse pensamento construiu-se um pouco depois, pois quando ele casou-se eu tinha nove anos ainda, não tinha maturidade para chegar a essa conclusão, o que explica os sete primeiros meses de puro tormento. Contudo, assim que eu aceitei a idéia desse novo relacionamento, Margareth demonstrou-se um anjo e assim como nossa convivência, nosso relacionamento deu um grande salto.

Eram tempos calmos, eu me adaptava a nova cidade, estava prestes a ganhar um irmãozinho e acabara de completar 12 anos. Não podia reclamar, não era um lugar ruim e a casa era maravilhosa, eu estava me adaptando a nova escola e estava pronta para novas amizades, enfim, fortalecida para criar uma nova história em um lugar completamente desconhecido. Estava levemente abalada com a mudança, mas estava em paz uma vez que essa foi necessária por questões de trabalho do meu pai. Depois de aproximadamente dois meses, as coisas já estavam todas ajustadas, sem mais caixas ou pequenas reformas na casa, apenas uma rotina da qual o habito já entediará e a tornará apenas uma rotina. Nada novo, nada diferente, apenas mais do mesmo. Isso é, por pouco tempo.

Eu corria na chuva fraca, a blusa em cima da cabeça, os livros abraçados ao corpo, indo em direção ao quarteirão em que minha casa se encontrava quando um homem alto me abordou me chamando pelo nome. Parei, mais por reflexo que por curiosidade, mas logo voltei a correr assim que não o reconheci e ele começou a falar coisas estranhas. Entrei em casa, troquei de roupa e logo após isso a campainha tocou. Cerca de dois ou três minutos, Margareth bateu na porta do meu quarto, o rosto pálido e a expressão de choque compunham seu rosto. Isso me assustou, e claro, mas ela não respondeu as minhas indagações, apenas disse que meu pai me chamava à sala. O homem que tentara se comunicar comigo estava lá, o cumprimentei já extremamente confusa, e sentei em uma das cadeiras que ficavam em volta da mesinha que ficava no centro da sala. O susto veio em seguida, quando o homem disse ser um sátiro. Meu pai costumava me contar histórias e lendas quando eu ia me deitar e, uma vez, ele mencionou essas criaturas, o que imediatamente, ao lembrar-me do que eles eram, fez com que meus olhos procurassem por suas pernas... O homem, cujo nome era Alden Green, riu e agradeceu meu pai por me deixar previamente informada. Eu não entendia uma palavra do que eles falavam, mas eram coisas ligadas a mitologia e seus deuses e seres, eu apenas escutava em silêncio enquanto constantemente lançava olhares para as pernas cobertas por um sobretudo gigantesco do suposto sátiro e tentava compreender o sentido da frase “você é um semi-deus...”. Se tinha alguém que refletia o meu estado era Maggie: descrença. Minha primeira reação foi chamá-los de loucos até ser interrompida e obrigada a escutar uma nova versão do meu nascimento...

Semanas depois, quando as férias chegaram, eu estava entrando em um acampamento de semi-deuses, mesmo acreditando não ter nada de especial. Demetér, EU era filha da deusa Demetér! Era insano, completamente estranho e absurdo, porém real. Quando disse que estava pronta para me adaptar a um novo ambiente, não tinha noção de que a minha “nova história” e o meu “lugar desconhecido” fosse parte de um universo paralelo. Eu me encontrava brava, atormentada e vivia em estado de choque e não conformação, sentia-me enganada, como se minha vida inteira tivesse sido uma mentira, como se tivessem escondido de mim as minhas verdadeiras origens.

O primeiro ano no acampamento foi difícil, eu me sentia deslocada, uma perdida. Tinha certo acanhamento em me aproximar das pessoas e me assustava com suas demonstrações de habilidades e suas lutas agressivas. Contudo, encontrei um elo, alguém que me ajudou com todas essas coisas... Peter Stocker se tornou meu melhor amigo desde então e éramos como unha e carne, sempre juntos. Digamos que me adaptei, conformei-me. Aprendi a lutar, a escalar, a correr, nadar, desenhar e a amar. Amar Peter, por assim dizer. Apaixonei-me pelo meu melhor amigo, mas nunca tive coragem de lhe dizer por questões obvias, não queria correr o risco de afastá-lo. Passou quatro anos desde que o sátiro me abordou na rua, quatro anos de acampamento, quatro anos de amor pelo mesmo garoto. Amor que, agora, estava ameaçado. Uma novata, Wendy, da mesma idade que eu e que inclusive ajudei a “recrutá-la” em uma missão, estava se arrastando para o meu Peter... E eu estou prestes a perdê-lo se não contar o que sinto logo de uma vez. Mas também posso perdê-lo se contar, o que me remete a um impasse.
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Re: Ficha dos Semi-Deuses

Mensagem por Jude Hanson em Ter Nov 02, 2010 4:29 pm


Sons of Hefesto



    · ·
    and now my life has changed in oh so many ways
    my independence seems to vanish in the haze
    but every now and then I feel so insecure
    I know that I just need you like I've never done before



DADOSGERAIS
Nome completo: Jude John Hanson
Idade: 18 anos
Data de nascimento: 23 de Janeiro de 2002
Progenitor Olimpiano: Hefésto
Familiares humanos: Samantha Hanson era minha mãe.

OUTRASINFORMAÇÕES
Maiores habilidades: Qualquer coisa que envolva muita violência. Tá, na verdade, eu sou bom com lutas, qualquer luta. Geralmente, tem que ter muito sangue, muita ação, bem violenta mesmo, sabe? E como sou filho de Hefésto, eu sou um excelente ferreiro, tanto que minhas armas, eu mesmo quem as faço, e claro, são as melhores.
Fisicamente: Fortão, altão, bonitão. Coloque tudo com "ão" no final, e tem minha descrição física.
Psicologicamente: Digamos que eu não sou o Príncipe Encantado e nem o Senhor Educação. Não tenho paciência, odeio esperar, para mim, é agora ou nunca. E, talvez eu seja meio paranóico, mas eu brigo por tudo. Tudo mesmo.
Maiores temores: Ver alguém que amo morrer de novo e eu não poder fazer nada para impedir.
Objetivos e sonhos: Me tornar um grande guerreiro, honrar o sangue que eu tenho.

DADOSDOACAMPAMENTO
Quando chegou ao Acampamento Meio-Sangue? Qual sátiro o trouxe?
Cheguei com dez anos, o sátiro que me escoltou até o Acampamento entrou em missão e nunca mais voltou.
Participou de alguma missão? Como foi?
Quando eu tinha 15/16 anos, várias vezes me mandaram junto com o sátiro Alden para trazermos quatro semi-deuses para o Acampamento: Noah Jones, Katherine Ewing, Ariana e Lilly Widwick.
Possui algum objeto/arma especial?
Não. De armas, apenas as que eu faço, mas não consegui bronze celestial o suficiente para fazer algo poderoso.
Habita o Acampamento apenas durante as férias?
Não, desde que cheguei aqui, passo o ano inteiro no Acampamento. Já fazem oito anos.
Se dá bem com: Com o pessoal do Chalé de Hermes. Belos jogos (:
Não se dá bem com: Não tenho uma "lista negra", mas, torrou muito meu saco, eu mato.
Atividades de preferência no acampamento: Preciso responder? Os treinos de espadas e arco e flecha, claro que os duelos e claro que a Captura da Bandeira, onde eu posso botar tudo junto em prática.

    HISTÓRIA

Eu nem sempre fui esse garoto revoltado e cruel. Acredita que as pessoas são como são por que elas tiveram algum motivo? Bem, se não acredita, leia minha história e passe a acreditar.

Acredite ou não, eu era um doce de garotinho. Educado, gentil, bondoso, e toda aquela melosidade e blábláblá. Minha mãe me criou sozinha desde que nasci, ela nunca falava do meu pai, e eu nunca me interessei pelo assunto também. Samantha Hanson era a mulher mais importante da minha vida. Claro, era minha mãe. Mas eu a admirava não apenas por isso. Minha mãe tinha o maravilhoso dom de pegar qualquer coisa simples e transformar em algo extraordinário. Ela era aquele tipo de mulher que gostava de colocar a mão na massa, queria tudo do jeito que ela planejava e para isso, ela mesma tinha que fazer. Nossa casa, quem construiu foi ela. Tudo bem, não foi ela quem colocou os tijolos e tudo o mais, mas quem fez os desenhos, toda a arquitetura, todo o planejamento, toda a coordenação, foi ela. Tudo ela. E no que resultou? Na casa mais bem planejada e confortável que alguém poderia ter. Eu tinha dois anos quando nos mudamos para aquela casa. Meu quarto era todo azul com nuvens pintadas no alto das paredes e em todo o teto. Estantes carregadas de brinquedos de montar estavam organizadinhas pelos cantos, um baú enorme cheio de qualquer coisa montável que você possa imaginar ficava bem ao pé da minha cama. Sim, minha mãe adorava despertar o interesse do "fazer" em mim, por isso, todos os meus brinquedos não eram brinquedos sem objetivos. Geralmente, eram quebra-cabeças, aqueles joguinhos de "Lego", brinquedos de encaixar. Conforme eu crescia, a dificuldade aumentava.
Além de ser uma mulher extremamente com garra, ela era um doce. Como já disse, ela gostava de estar sempre fazerndo, então, todo o dia bem cedinho, ela levantava e descia para preparar meu café. Um cardápio diferente por dia. Normalmente, às segundas-feiras era pão italiano com queijo quente e leite. Meu preferido. Então, ela checava meu material e me levava à escola. No final da aula, ela sempre estava lá, sentadinha no gramado da escola, me esperando. Ela me colocava em seus ombros e me levava para casa a pé, não morávamos muito longe. Eu chegava e já tinha um lanche me esperando. Eu adorava quando ela fazia bolo de laranja. De tarde, eu ia para a loja de artesanal que ela tinha. Não era meu lugar preferido, mas eu adorava vê-la fazendo suas pecinhas complexas. De noite, ela fazia o jantar, o que ela mais gostava de fazer era bolo de carne. Depois, ela me dava banho, me vestia, me colocava em minha cama e cantava para me fazer dormir. Normalmente a mesma música, sua preferida da banda que ela tanto gostava, a música de onde ela tirou meu nome. "Hey, Jude, don't make it bad, take a sad song and make it better. Remember, to let her into your heart, then you can start, to make it better.". É, minha mãe adorava The Beatles e me fazia dormir cantando Hey Jude, de onde ela tirou meu nome.

Deu pra perceber que ela adorava fazer quase tudo por mim, conforme eu crescia, ela deixava algumas coisas de lado, como me carregar nos ombros, me vestir e me dar banho, mas ainda cantava para mim.
E todo o meu tormento começou aos meus nove anos de idade. Na escola, eu via coisas estranhas, e minha dislexia me prejudicava demais. Eu já estava até aceitando que era coisa da minha cabeça ver cavalos alados voando por cima do campo de futebol, afinal, isso não existia. Eu conheci um garoto, Timothy, que andava de forma engraçada, como que mancando. Ele se tornou um bom amigo, pra dizer a verdade, ia em casa, minha mãe até que gostava dele também, mas por vezes, ele me fazia perguntas estranhas, como "Quanto tempo você consegue fiar debaixo d'água?; Já tomou um choque muito forte, mas não sentiu quase nada?; Gosta muito de uvas?; Já se queimou, mas não sentiu muita dor?; Sua mira é muito boa?". Sério, aquelas perguntas, em deixavam confuso, quer dizer, quem se queima e não sente dor?
Bem, no meu aniversário de 10 anos, nós o convidamos. Na verdade, minha festa foi composta apenas por minha mãe, Timothy e eu. Eu não era o tipo de garoto que todo mundo gostava na escola (e nem sabia por que), e Tim era o único que conseguia (ou queria) se relacionar comigo. Mamãe nos levou ao zoológico de Los Angeles, como havia me prometido. Tim foi conosco, e então as coisas estranhas voltaram a acontecer.
Estávamos vendo os leões, mamãe estava completamente feliz, Tim estava um tanto... Tenso. Implorava para que fôssemos embora, voltássemos para casa, e mamãe estava quase concordando, mas desistiu quando eu pedi para ficarmos mais um pouco. Penso que se tivéssemos ido embora, mamãe estaria em casa fazendo bolo agora.
Um dos leões saltou e planou no ar, duas asas de águia surgiram em suas costas, o focinho felino sumiu e um rosto feio de homem surgiu no lugar, as patas dianteiras eram garras de águia e a cauda parecia o ferrão de um escorpião. Eu gritei de desespero quando aquela coisa voou na minha direção. Tim tirou uma flauta de bambu no bolso e começou a tocar. "Timothy, não é hora!" foi o que pensei, até que vi os troncos das árvores do viveiro dos leões começarem a se mover, tentando agarrar aquela coisa que voava. Tim gritou para que corrêssemos , minha mãe pegou na minha mão e me puxou, mas aquela mantícora desviou dos galhos com facilidade e tentou me atacar novamente, as garras apontadas diretamente para mim. Mas minha mãe meteu-se na minha frente e foi pega em meu lugar. Aquela coisa a estraçalhou bem diante dos meus olhos. Tim tentava me puxar para irmos enquanto tocava a flauta ao mesmo tempo. Eu estava com raiva, muita raiva! Eu pulei nas grades do viveiro e arranquei uma das lanças. Estranhamente, ela tomou um tom de bronze quando eu a segurei. Aquele leão voou para mim novamente, e quando ele estava perto o suficiente, eu atirei a pequena lança em sua direção, acertando-o bem na testa. O animal transformou-se em pó, mas antes que eu pudesse fazer mais alguma coisa, Tim me puxou com força para dentro de um carro preto. Não me perguntem como o carro surgiu dentro do zoológico, porque o estranho mesmo era ouvir as três motoristas brigarem por um olho.
Eu estava completamente calado. Timothy tentava falar comigo, mas eu não queria responder. Minha mãe estava morta, havia sido assassinada por algo que não existia de verdade. Talvez fosse apenas um pesadelo horrível, e logo eu acordaria e mamãe estaria fazendo meu bolo de aniversário.
O carro parou e Tim me empurrou para fora. Estávamos em uma colina, muito bonita por sinal, mas que eu não fazia a mínima ideia de onde era. Tim continuou me puxando colina à cima, e em meu estado mórbido, eu o seguia. Quando me dei por mim, estava em uma espécie de acampamento. Só que detalhe: um acampamento temático. Por que digo isso? Oras, toda a decoração era da época grega-antiga, os campistas usavam armaduras e espadas. Mas claro, o que me chocou, foi ver um cara com corpo de cavalo andando na minha direção. Tá, era um centauro, bela fantasia, era perfeita. E então, Tim começou a tirar as calças e VOILÁ, ele tinha pernas de bode. É, era um pesadelo mesmo. Tanto que desmaiei.
Acordei deitado em uma maca macia, Tim ainda ali e o tal centauro. Sim, ele ainda era um centauro e Tim ainda parecia um sátiro. Enquanto eu ainda achava que estava dormindo, eles começaram a contar histórias loucas, no resumo, eu, supostamente, era filho de um deus. Tá, ótimo, e a minha mãe? Para ela, infelizmente, nada de volta.
Tudo bem, eu era um semi-deus, claaaro, por que nunca suspeitei? Aquilo era ridículo para mim, eu queria ir para casa, encontrar a minha mãe, ela não podia simplesmente ter morrido daquela forma. Mas, ninguém me deixava voltar, diziam que era perigoso demais para um semi-deus. MAS EU NÃO ERA UM SEMI-DEUS! Era só um garoto normal, por que ninguém entendia isso?
Bem, por quase seis meses, eu fiquei confinado naquele acampamento, sem falar com ninguém. Tim acabou sumindo em uma "missão" e aquele pesadelo não acabava nunca. Até que eu finalmente, aceitei a ideia de que era um semi-deus. Era tudo o que eu poderia aceitar, nada mais.
Eu ainda estava no chalé de Hermes, mas passava boa parte do meu tempo nas forjas, ocupando minha mente com algo complicado de se fazer, assim eu não pensava na mamãe, até que um dia, Hefésto me reconheceu como filho dele quando eu montei um monumento de bronze para minha mãe. Não era algo muito grande, na verdade, era uma lápide muito bonita, com, passarinhos mecânicos que saiam voando de dentro dela e voltavam para dentro novamente.
E então, lá fui eu para o chalé de Hefésto, mas eu não ficava muito por lá. Ou estava nas forjas, ou estava no chalé de Hermes, sabe, eles conseguem burlar as regras do Acampamento e sempre trazem jogos interessantes para cá. Os mais legais são os de tiros, ou aquele que tem que matar zumbi, sabem? é, é bem legal. Que foi? Eu sou um semi-deus, mas ainda vivo no século XXI u.u
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Re: Ficha dos Semi-Deuses

Mensagem por Anny Cansey em Ter Nov 02, 2010 9:21 pm

Anny Cansey
Sons of Ares´

DADOSGERAIS
▪ Nome completo: Anny Bella Cansey
▪ Idade: 17 anos
▪ Data de nascimento: 21/02/1993
▪ Progenitor Olimpiano: Ares
▪ Familiares humanos: Olívia Cansey (lutadora de boxe) Gabriel Cansey (Modelo)

OUTRASINFORMAÇÕES

▪ Maiores habilidades: Lutar e escalar
▪ Fisicamente: Os olhos são verdes os cabelos pretos um tanto avermelhados é magra e sua altura é boa para seu peso, já que não é muito alta. A maça dos rostos são levemente avermelhadas e a pele é pálida.
▪ Psicologicamente: Anny tem um gênio difícil por causa de sua mãe. Sempre provando que é melhor que os garotos do acampamento isso a deixa feliz, Anny não conversa com ninguém é calada diz também que na hora de lutar a única coisa que seu inimigo vai ouvir é a lamina de sua espada cortando a sua garganta.
▪ Maiores temores: Em algum momento ser fraca e não poder fazer aquilo que gosta para salvar os outros
▪ Objetivos e sonhos: Seu objetivo é sempre mostrar que é melhor que qualquer um, é também que uma mulher pode sim fazer o trabalho de um homem e chegar a ser mais corajosos que eles. Seu sonho é que todos parem de olhar - lá com arrogância e medo.

DADOSDOACAMPAMENTO

▪ Quando chegou ao Acampamento Meio-Sangue? Qual sátiro o trouxe? Anny chegou ao acampamento quando tinha 12 anos o sátiro que a trouxe chamava-se Mille Horts Anny não sabe se ele ainda vive pelo acampamento.
▪ Participou de alguma missão? Como foi? Sim participara de uma missão que era preciso preparo físico e raciocínio. Não teve uma equipe por escolha própria, pois achava que poderia conseguir tudo sozinha. Metade disso foi verdade, pois se tivesse uma equipe quando escorregou no precipício talvez não tivessem precisado cair cinco metros.
▪ Possui algum objeto/arma especial?
▪ Habita o Acampamento apenas durante as férias? Não, Anny quase não tem contato com o mundo dos humanos vai apenas de vez em quando visitar os pais, ou seja, Anny mora praticamente no acampamento.
▪ Se dá bem com: Anny não tem amigos por não se dar bem com ninguém
▪ Não se dá bem com: Todo mundo, só que não gosta muitos daquele meninos que se acham melhores
▪ Atividades de preferência no acampamento: Arco e flecha e escalada

HISTÓRIA
Eu nasci em fevereiro. Eu tinha tudo para ser a filha mais perfeita do mundo. Com certeza meus pais estavam errados, muitos dizem que eu puxei o gênio difícil da minha mãe e a beleza dos dois. Minha mãe é uma lutadora famosa, agora já não luta mais porem meu pai é modelo ele ainda faz algumas fotos, mas nada que deixe a mulherzinha dele brava. Estarei mentindo se dizer que gosto dos meus pais. Na verdade eu os odeio mais que tudo na minha vida. Minha mãe nunca quis ter um filho e pela má sorte dela ela acabou engravidando de uma menina. Meu pai adorou a idéia de ser pai e minha mãe disse que não seria o corpo dele que ficaria danificado.

Coisas difíceis começavam a acontecer na minha vida deis de pequena. Eu nasci com os cabelos vermelhos iguais ao da minha mãe, não ruivos. Eu fiz questão de cortar e pinta-los de preto, eu odiava me parecer com ela. Nos meus doze anos eu me deparei diferente de todos, eu me sentia diferente de todo mundo, eu não havia nascido para aquele mundo. Eu nunca fui de receber coisas numa boa e quando um menino mexeu comigo me chamando de varias coisas horríveis eu apenas me virei peguei uma pedra e mandei direto no olho do garoto. Eu não esperava acerta no olho dele como eu queria e não entendi bem, mas fiquei feliz. Mais tarde com o olho todo enfaixado o menino veio com a gangue, e que covardia queriam me bater. Sete contra um.

Para mim surpresa eu deixei todo no chão o problema foi que o diretor viu e achou que a culpa fora toda minha. Fui expulsa e em casa meus pais me disseram um monte de coisas eu bati de frente com ele me tranco no quarto arrumei minhas coisas e sai pela janela. Sentada em um banco tentando não pensar que eu estava sozinha do nada pareceu uma coisa horrenda. Eu comecei a me pergunta que tipo de mostro era aquele. Ta aquilo era a coisa mais surreal que estava acontecendo comigo. Eu não podia lutar com aquilo, eu não sabia o que fazer só sabia que minhas pernas estavam grudadas no chão. Lembro que quando a coisa arremessou um banco em mim eu desviei e senti uma ardência em meus olhos.

Eu olhei meu reflexo na água e meus olhos estavam vermelhos, eram vermelhos como fogo. Só me lembro que antes disso acontecer eu tinha ficado com uma enorme raiva desse mostro. Após o vencer nem eu sei bem como fiz aquilo fui encontrada por um homem que mais parecia o diretor da minha escola ele dizia que eu era filha do deus da guerra Ares, eu achava que estava enlouquecendo e ele então começou a me explicar que a mira perfeita e os olhos que pareciam estar em chamar quando eu estava brava era características de um semi-deus filho de Ares. Eu me perguntava por que eu havia sido escolhida para ser uma semi-deusa e não entendi bem por que mais aceitei ir com aquele homem para o que ele chamava de acampamento meio sangue. E me revelou que era um satiro. Só pude acreditar em tudo aquilo quando cheguei lá e vi ninfas e filhos de outros deuses. Aquilo ela tão estranho.

Em todo o tempo que passei ali me tornei astuta e não podia ver um garoto se gabando que eu o desafiava a uma escalada ou a lutar comigo e como era sempre previsto eles acabam no chão envergonhados por terem sido derrubados por uma garota magrela, mas eu sempre soube manejar muito bem minha espada. E até hoje eu sou assim, eu não vejo meus pais há dois anos por escolha minha, eles me chamaram de aberração em um dia que fora os visitar e nunca mais pensei em pisar no mundo dos humanos. Eu sou Anny Cansey filha do deus da guerra Ares, tenho 17 anos e essa é a minha história.

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Re: Ficha dos Semi-Deuses

Mensagem por Allidel Hobbes em Dom Nov 07, 2010 11:09 pm

Allidel Hobbes
Son of Poseidon

DADOSGERAIS
Nome completo: Então, meu nome é Allidel Natalie Hobbes, um tanto incomum eu sei, mas olha o lado positivo, nunca tive problema de encontrar outra pessoa com o mesmo nome em uma sala de aula;
Idade: Sempre me disseram que idade não é algo que se pergunta pra uma garota, mas acho que você faltou a essa aula não é mesmo?!, Mas não me importo em falar, tudo bem, tenho certeza que daqui a alguns anos vou me importar, mas enfim, no momento tenho 16 anos;
Data de nascimento: A data de nascimento eu não me importo nenhum pouco em lhe falar, muito pelo contrário eu falo com prazer que é no dia 19 de Setembro eu quero presentes, tá essa parte dos presentes foi brincadeira;
Progenitor Olimpiano: Depois que cheguei aqui no acampamento eu descobri que meu pai é o Poseidon, sabe o Deus dos Mares, isso é o máximo, mas também é um pouco assustador, sei lá, nunca pensei que eu fosse filha de um Deus entende?!
Familiares humanos: Então tem a Rochelly Roxy,m minha irmã, com o tempo você vai ver que a gente não tem nada de igual a não ser a aparência; tinha a minha mãe que morreu em um acidente de carro, ela se chamava Agatha, apesar de já ter passado muitos anos sinto falta dela; e também tinha o Victor, marido da minha mãe, eu sempre preferi acreditr que ele era meu pai e não meu padrasto, sabe, eu acredito naquela coisa que as pessoas falam de que pai é que cria entende?! Por isso sempre vi o Victor assim, até o dia em que ele sumiu depois que a mamãe morreu no acidente de carro;

OUTRASINFORMAÇÕES
Maiores habilidades: eu tenho uma facilidade imensa para qualquer coisa relacionada com água (talvez por meu pai ser o Deus dos mares?!), enfim eu amo nadar; eu tenho grande facilidade para me concentrar em alguma coisa, não é difícil me ver completamente imersa em algum livro no meio de uma bagunça total; eu gosto muito de ler, tenho facilidade, acho que porque de fato consigo me 'transportar' para o mundo dentro do livro sabe?!; sou boa com espadas apesar de que eu evito ao máximo ter que usá-las, mas tenho boas habilidades com isso; também sou boa com o arco e flecha e admito que eu prefiro ele às espadas;
Fisicamente: eu sou uma garota bonita, ao menos é isso que eu sempre ouvi as pessoas dizerem de mim; tenho um corpo normal, não sou gorda nem magra, um corpo bem definido sabé?! Não sou daquelas garotas que parecem uma tábua, eu tenho peitos e bunda, mas proporcionais; tenho a pele bem clara, o que faz um contraste enorme quando eu estou com roupas escuras e acredite é fácil ver quando me machuco que fica um roxo em destaque na minha pele; meus cabelos são longos e ondulados, castanhos e na maioria das vezes você vai me ver com eles soltos, não gosto muito de rabos; meus olhos são tão esturos quanto os cabelos, porém bastante expressivos; estou longe de ser uma garota alta tenho 1,60cm, tipo isso realmente tá bom, é o tipo de coisa que não me impede de por um salto alto quando saio, não que eu saia muito, mas enfim, você entendeu;
Psicologicamente: sou bastante sensível, eu diria uma chorona de natureza, não é difícil me fazer chorar, acredite quando digo que choro por coisas muito bobas; mas eu sou calma, você tem que ser muito persistente pra conseguir me tirar do sério, mas acredite, se conseguir fazer isso é bom que saia correndo logo; eu gosto de brincar, gosto de ver meus amigos felizes e com um sorriso no rosto e não me importo com o que tenho que fazer para que eles sorriam; sou carinhosa, sou do tipo que gosta de demonstrar, meus amigos sabem o quanto gosto deles que não me importo com o que os outros falem sobre demonstração de carinho;
Maiores temores: tudo bem... eu tenho medo de não ser alguém na vida, tenho medo de perder minha irmã e tenho medo de perder meus amigos; sei que vão rir mas eu tenho muito medo de lagartixa;
Objetivos e sonhos: eu acredito que o principal de todos seja fazer com que meu pai se orgulhe da pessoa que eu vou me tornar depois que sair daqui, quero ser alguém de quem minha irmã também se orgulhe apesar de muitas vezes não demonstrar a opinião da Roxy é muito importante pra mim, principalmente quando é sobre 'quem eu estou me tornando';

DADOSDOACAMPAMENTO
Quando chegou ao Acampamento Meio-Sangue? Qual sátiro o trouxe? Eu não gosto de lembrar muito disso, não que não goste do acampamento, só não gosto das circunstâncias pela qual eu cheguei aqui entende?! Mas eu e a Roxy chegamos aqui quando a gente tinha 5 anos, graças ao Oliver Wood, um sátiro muito legal, diga-se de passagem, apesar de que tem muito tempo que a gente não senta pra conversar, mas acho que ele sabe todos os meus segredos, sempre confiei nele, ele encontrou a gente em um barranco depois que o carro da mamãe capotou;
Participou de alguma missão? Como foi? Então, eu á participei de algumas, não que eu me orgulhe muito, não sou lá aquela pessoa que ajuda muito em uma missão entende?! Eu sou mais do tipo que atrapalha a missão, não porque eu quero atrapalhar, mas eu já disse que não tenho coordenação motora pra essas coisas; A última missão foi idéia da Roxy, eu não lembro o que ela queria, na verdade ela não chegou a me falar o que era, só me disse que era surpresa, mas a minha surpresa foi descobrir que eu saí pra ajudar ela mas que acabei tendo que enfrentar um Grifo, tudo bem que a gente não estava sozinha, o Jackson, o Scott e o Oliver foram com a gente, por vezes recebi a ajuda de um deles, porém eles estavam preocupados com as harpias, os grifos e as quimeras que estavam nos atacando, eu admito que não faço a mínima idéia de como a gente saiu dali, sabe?! Eu não lembro, a Roxy diz que eu desmaiei, deve ter sido já que eu estava lutando com o Grifo quando vi a pata dele vir em minha direção, lembro perfeitamente de ter me preparado para levar a 'patada' quando senti Jackson falar algo antes de pular em cima de mim e com isso eu caí no chão e acho que foi nessa hora que desmaiei já que não lembro de mais nada, só sei que depois disso acordei no acampamento de novo e todos estavam bem; Eu acho que se você quer saber o que aconteceu é melhor procurar alguém que tenha visto tudo, nesse caso achoq ue qualquer um menos eu;
Possui algum objeto/arma especial? Como você mesmo disse são especiais, acho que ainda não fiz nada muito importante ao ponto de merecer ganhar algo, não sou muito ligada a essas cosias também, não fico me matando pra conseguir isso sabe?! Se eu merecer vou receber, acho que a melhor coisa é pensar assim;
Habita o Acampamento apenas durante as férias? Eu vivo aqui desde de os meus 5 anos, e eu simplesmente amo esse lugar, sabe aqui é a minha casa, não sei mais se saberia me virar completamente sem ter o acampamento, você não tira férias da sua própria casa, pra mim é a mesma coisa;
Se dá bem com: As pessoas sempre dizem que eu sou uma pessoa muito fácil de lhe dar, aqui no acampamento pelo menos não é difícil me ver na companhia da Wendy, uma garota nova que chegou a poucos meses, ela é bastante legal, sei lá, ficamos bem próximas muito rápido sabe?!; não preciso dizer que me dou bem a a Roxy né?! Ela é minha irmã, claro às vezes nós duas brigamos, isso é raro hoje em dia, mas a gente ainda briga, é coisa de irmão sabe?! Eram brigas saudáveis com a gente sempre falava com a mamãe; Ah e também tem o Jackson, eu gosto muito dele sabe, ele é um dos meus melhores amigos, eu me divirto ao ver ele aprontando junto do Nate ou do Peter, antes eu entrava no meio dessas bagunças com ele, mas sabe, não tenho uma coordenação motora muito boa, e isso resultava em resultados não muito bons, tudo bem, a gente ria muito do mesmo jeito, mas agora me divirto em ver ele aprontar com os outros;
Não se dá bem com: Assim... eu não gosto de julgar as pessoas não até ter um motivo pra não gostar delas e por isso tento ser o mais amigável com cada um desde de que eles chegam aqui, acho que até hoje não encontrei uma pessoa que se declarou 'meu inimigo' de cara, as pessoas aqui são legais e prefiro que continuem assim;
Atividades de preferência no acampamento: Eu já disse que simplesmente sou facinada com as atividades aquáticas aqui do acampamento? Então, eu sou facinada com elas, principalmente com natação, acredite eu nado muito bem, posso não ser a melhor do acampamento, mas acho que consigo ficar entre os cinco melhores; não tenho uma mente tão criativa quanto a da Wendy, talvez por isso não tenha um aproveitamento tão bom nas aulas de pintura, mas eu me saio bem, sabe, você consegue identificar o que eu pinto, se eu resolver que vai ser um lago com um arco-íris no fundo você vai conseguir ver ele perfeitamente, o problema é só ter inspiração e me decidir sobre o que pintar; As aulas de esgrima são legais, mas acredite eu não muito boa, meus pés se embolam, é como se eu tivesse nascido com dois pés esquerdos, mas acredite eu sei me virar bem com uma espada, afinal eu treino a onze anos; Já as de Arco e Flecha são simplesmente fantásticas, sempre foram as minhas preferidas, sempre achei mais divertido as de Arco e Flecha e minha mira é boa então isso ajuda bastante;

HISTÓRIA
Eu sempre evitei contar essa história sabia?! Não que eu não goste, é só que não sei, acho ela um tanto triste se me permite dizer, sei que histórias não precisam ser necessáriamente felizes, mas eu queria que a minha fosse entende?!

Tudo começou em uma manhã de dezembro quando Agatha Rose, uma mulher linda, dona de um corpo esbelto, não muito alta eu admito, mas de pele clara, cabelos castanhos e lisos, olhos também castanhos mas muito expressivos, traços delicados no rosto, ela passeava pelas ruas de Oregon distraída, na verdade concentrada em sua leitura, a morena que usava um vestido tubinho preto, um sobretudo branco e um par de botas de cano alto e salto alto pretas, trazia em uma das mãos o mais novo exemplar de um romance policial e na outra um copo de café quente; já ele, uma rapaz de aparência tão jovem quanto a daquela moça trazia no rosto um sorriso, a cabeça baixa, os cabelos loiros penteados, a pele clara escondida em baixo de uma jaquela escura, o resto da roupa do jovem era uma calsa jeans escura, uma camisao pólo azul clara e um para de tênis, ele estava absorto demais em seus próprio pensamentos para ver a garota quando se aproximaram, alguns diriam acidente, mas eu simplesmente prefiro chamar de destino o que fez com que os dois trombassem e o café que a garota trazia agora estivesse espalhado pela blusa dos dois; ela se desculpava completamente envergonhada enquanto seu rosto ficava vermelho, já ele sorria e dizia que estava tudo bem, não demorou muito para qu eele se oferecesse para pagar um café para a mulher sua frente e foi a partir daí que os dois começaram a conversar, depois do café foram para um bar, Agatha ficava cada vezmais encantada por aquele homem à sua frente e depois de alguns vinhos a mais Agatha convidou o rapaz para ir ao seu apartamento o que ele aceitou e é a partir daí que a nossa história realmente começa;

Agatha havia engravidado do rapaz, um rapaz que chegou a ver poucas vezes mais, mas que depois da notícia de que seria pai, bom as aparições dele foram mais raras ainda; mas sabe aquele amigo que sempre esteve ao lado dela, com alguma intenção a mais e tudo?! Pois é Victor era assim apesar de Agatha nunca ter levado a sério as investidas do rapaz, os pais de Agatha descobriram que ela estava grávida e sugeriram para ela que abortasse porém isso nunca fora uma opção para a morena, então os pais dela lhe dera a única opção que parecia restar para eles, ou arrumava alguém para assumir a paternidade da criança ou a partir daquele momento eles não tinham mais filha; mas você concorda comigo que é difícil você arrumar alguém que queira assumir o filho de outro, bom, para Agatha não foi tão difícil, Victor estava disposto a fazer isso, o maior objetivo dele era ficar próximo de sua amada, e se só assim conseguiria então que assim seja;

Agatha e Victor se casaram, e nove meses depois nasceram Rochelly e Allidel, eu admito que não são nomes comuns, mas as garotas também não são, então não sei como qualquer outro nome poderia ter se encaixado tão perfeitamente nas garotas, as garotas que cresceram sem saber que Victor não era seu verdadeiro pai, fisicamente as garotas sempre foram parecidas com a mãe; porém as personalidades das garotas fazia com que identificá-las fosse um trabalho fácil, elas era o oposto uma da outra, Roxy era agitada enquanto Ally era calma, mas eu sei que não é isso que te interessa;

No dia do aniversário das garotas de 5 anos Agatha e Victor resolveram levar as garotas para uma fazenda que ficava próximo à cidade em que moravam, haviam organizado uma festa lá, Ally e Roxy estavam animadas, contudo ambas insistiram em levar Butter, uma cadela labrador cor chocolate, porém no meio da viagem, não sei se chamaria de acaso ou destino Allidel se lembrara que esqueceu de pegar um suéter das líderes de torcida e insistira para que voltassem para casa, Agatha, Victor e Roxy tentaram convencer a garota que não era tão importante, que lá poderiam comprar outro suéter, porém Allidel queria aquele, nenhum outro suéter serviria e tivera muito trabalho para conseguir o suéter das líderes de torcida e até porque suas amigas ainda não tinham visto e não acreditavam, não foi muito difícil convencer Victor a voltar, contudo Roxy passara a ficar com um bico enorme, porém no caminho de volta, um cervo atravessou a estrada, tentando desviar do animal Victor jogou o carro para um lado, porém esse saiu da estrada e capotou, nesse momento a primeira reação de Allidel foi se agarrar na irmã e fechar os olhos, quando o carro parou e a garota abriu os olhos podia sentir inúmeras lágrimas escorrendo por seu rosto, chamou a mãe, o padrasto e Butter, porém nenhum deles respondia, ouvia a voz de Roxy e Victor, não demorou muito e sentiu a irmã a puxar para fora do carro, ouviu Victor dizendo que precisavam arrumar ajuda, o que foi dito não era o que a garota queria ouvir, se arrependia de ter pedido tanto para que voltassem por causa de um simples suéter;

Os três voltaram pra casa, Victor falou que precisava resolver algumas coisas e saiu, as garotas continuaram, não sei lhe dizer exatamente por quanto tempo, porém Victor não voltou, apareceu um rapaz Oliver que disse ser mandado elo pai das garotas para levá-las a um acampamento, não questionaram, simplesmente foram, e só então descobriram a verdade sobre quem era, quem era seu pai e tudo mais, e desde de então não voltaram para 'casa';
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Re: Ficha dos Semi-Deuses

Mensagem por Peter Stocker em Qui Nov 11, 2010 6:15 pm



    SEMI-DEUSES
    Sons of Hermes




    DADOSGERAIS

    ▪ Nome completo: Peter Stocker
    ▪ Idade: 17 anos
    ▪ Data de nascimento: 30/09
    ▪ Progenitor Olimpiano: Hermes
    ▪ Familiares humanos: Julieta Stocker (mãe)

    OUTRASINFORMAÇÕES
    ▪ Maiores habilidades: Deslumbrante espadachim, raramente é vencido nas batalhas com sua espada, somente seu irmão Nathaniel consegue essa façanha em raros momentos. Adora de lutas orientais – única coisa que ele consegue fazer com calma, e bem, ama altura, logo, faz todos os esportes radicais que envolvem isso, desde uma simples subida em uma árvore, até uma escalada ou rapel em uma montanha, ou até mesmo um salto de asa delta ou até mesmo bumge-jump.
    ▪ Fisicamente: Tem um ótimo porte físico, possui o corpo todo definido, sendo bastante forte, devido aos constantes treinamentos que faz. Muito ágil e rápido, ainda mais por conseguir se teletransportar, mesmo sendo a curtas distâncias.
    ▪ Psicologicamente: Um garoto com uma imaginação inimaginável e impossível de definir a sua dimensão. De certa forma um garoto ingênuo, principalmente para ver coisas que estão estampadas em seu rosto, como a paixão que Bell sente por ele. Muito protetor para com os seus irmãos, a ponto de fazer tudo por eles, e claro, também para seus melhores amigos, mais exatamente a loirinha Bell, sua melhor amiga. Por ter esse excesso de proteção, não se importa de arrumar brigas na hora de defender eles, sempre se saindo muito bem nelas, por ser ágil nas batalhas. Adora fazer logros e pregar peças nas pessoas, não interessante se é campista ou instrutor, não perde a oportunidade. Não dispensa uma aventura, e o quão mais impossível ela pareça mais divertida para ele é, pois instiga a sua imaginação, o desafia. Extremamente curioso, outra forma de ganhar atenção dele, através da curiosidade.
    Claro, um garoto extremamente metido, com seu ego lá em cima, todavia, em contrapartida, na mesma proporção, extremamente cavalheiro, o tornando “fofo” aos olhos das garotas (um dos motivos de seu sucesso para com elas), mas para os garotos, nada agradável.
    Resumindo, um garoto que vive na sua imaginação, a realidade é apenas uma conseqüência de algo que ele não pode fugir, mas pode camuflar com sua imaginação por cima, afinal, não é todo mundo que consegue transformar tudo a sua volta em algo mais divertido.
    ▪ Maiores temores: O medo de crescer, a vida pós-acampamento. E não as batalhas e luta que irá enfrentar, pois isso é sinônimo de diversão para ele, quando maior o perigo melhor. Mas o medo da responsabilidade e o peso de ser um “adulto”.
    ▪ Objetivos e sonhos: Seus sonhos têm o tamanho de sua imaginação, logo, impossível de se classificar. Contudo, tem um principal, conhecer seu pai. E seu maior objetivo é vingar a morte de sua mãe, matar com as próprias mãos o monstro (Equidna) que tirou a vida dela.


    DADOSDOACAMPAMENTO
    ▪ Quando chegou ao Acampamento Meio-Sangue? Qual sátiro o trouxe? Chegou aos 11 anos de idade, após descobrir que era filho de Hermes e sua mãe ser morta por
    ▪ Participou de alguma missão? Como foi? Ajudou alguns sátiros em recrutamentos de semideuses.
    ▪ Possui algum objeto/arma especial? Possui uma espada de ouro, o qual pertencia a seu pai Hermes.
    ▪ Habita o Acampamento apenas durante as férias? Não, mora no local.
    ▪ Se dá bem com: todos os seus irmãos, sua melhor amiga Bell e agora com a garota nova, Wendy.
    ▪ Não se dá bem com: A princípio não possui inimigo ou inimizades.
    ▪ Atividades de preferência no acampamento: Todas que envolvam altura e perigo, não dispensa uma aventura e muito menos um desafio!


    HISTÓRIA
    Peter, a princípio, era um típico garoto californiano, motivo esse pelo garoto amar o verão e odiar o inverno. Criado apenas por sua mãe, que nunca lhe contou na realidade o que aconteceu com o seu pai, ou alguma coisa dele, sempre o enrolando. Tinha sérios problemas de dislexia no colégio, e por sempre se perder na sua imaginação ao invés de se concentrar, tinha péssimas notas no colégio, e sérios problemas com os seus colegas, que tiravam sarro dele por esse motivo. Quando era incomodado demais, brigava, mas normalmente não dava bola, pois sua imaginação era seu refúgio, entrava afundo nas suas viagens e loucuras, transformando tudo como um desafio, uma aventura, e assim, mais divertido.

    Desde pequeno gostava de alturas e sempre foi muito ágil. Apesar de não sair-se bem dentro da sala de aula, nos esportes tinha um ótimo desempenho, principalmente em tudo que envolvia velocidade, agilidade e altura. Sendo sua peculiaridade a agilidade em esgrima. Adorava ser desafiado, e quanto mais difícil esse desafio, mais atraente era para ele.

    Contudo, as coisas começaram a ter algum sentido quando Peter completou seus 11 anos. Sempre acostumado a ir e voltar da escola sozinho, escutando seu iPod, distraído, perdido na sua imaginação, quando Equidna (uma criatura monstruosa, com tronco de uma bela mulher – ninfa – e cauda de serpente em lugar dos membros, gigante feito uma titã) apareceu no seu caminho. Era final da tarde, já havia escurecido, mas ele estava acostumado a caminhar nesses horários, se preparando para a bronca que receberia pelo atraso ao chegar a casa, quando foi surpreendido por essa coisa. Ele estava quase chegando a sua casa, mas ficou paralisado, em dúvida se aquilo era fruto de sua imaginação (algo muito plausível) ou realidade mesmo. Sua mãe, extremamente preocupada, e por um extinto maternal, saiu atrás do filho, a acabou encontrando ele perto de casa e também encontrou a criatura. Ela de prontidão se meteu a frente do filho, pois sabia que ele era um semi-deus, filho de Hermes, por quem era apaixonada (tão apaixonada que nunca conseguiu nutrir outro sentimento por qualquer outro homem, mesmo havendo um incentivo do filho, por Peter ver que ela sentia-se muito sozinha).

    A criatura sabia muito bem o que Peter era, somente ele ali não sabia o que ele mesmo era. Ele perguntou para a mãe o que estava acontecendo, uma voz em sua cabeça começou a direcioná-lo, ele sentiu-se perdido, não estava entendendo nada. Sabia que aquela voz era familiar, não era a primeira vez que isso acontecia, sempre que estava enrascado (tanto por uma travessura muito grande, ou um desafio perigoso) a escutava, mas não sabia a dimensão daquilo. A voz mandou ele pegar sua mãe e fugir dali, mas a criatura impedia, falava que queria o garoto e que iria levá-lo, sua mãe negava e mandava Peter fugir. Ele jamais faria isso, se abraçou em sua mãe, era apenas uma criança, mas a Equidna foi na direção deles, para atacar Peter. A mãe dele se meteu na frente bem na hora, sendo acertada no lugar do garoto. Ele não soube o que fazer, apenas se abraçou nela e sem entender, sentiu seu corpo se teletransportar para alguns metros longes dali, se escondendo. Do nada viu um colega seu da escola, que sempre estava por perto dele (eles não eram amigos, mas ele era o único que não zuava com Peter, vez que outra até o protegia, sem o garoto saber. Peter tinha apenas amigas garotas, que por algum motivo achavam Peter lindo e fofo) o sátiro Alden (vem a descobrir que ele era isso posteriormente). O sátiro o ajuda a fugir, e tentam salvar a vida da mãe dele, em vão, não dava mais tempo, ela tinha dado a vida para salvar a de Peter.

    Então ele descobre a verdade sobre a vida dele, ele era filho do deus Hermes e estava indo para um acampamento para semideuses, o que ele era. Noticias extremamente chocante para uma criança de 11 anos, que acordou aquele dia para ir para a escola, agüentar mais zuações de seus colegas e dormir num acampamento sabendo que era um semideus e que sua mãe havia dado a vida por ele.

    A primeira semana no acampamento Peter nem parecia ser aquele garoto extrovertido, que só fazia brincadeiras com os outros, mas com o tempo foi aceitando e acostumando, guardando toda a sua dor para a sua vingança. Usou sua imaginação novamente como seu refugio, nela ele que mandava e ela o levava a qualquer lugar.

    No local descobriu seus talentos, suas habilidades, e conheceu seus irmãos, tornando-se líder do chalé de seu pai, o chalé 11. E passado um ano chegou ao local sua melhor amiga Bell. Garota que está sempre ao lado dele. Peter acabou por notar que sua melhor amiga só consegue demonstrar 1 sentimento com extrema intensidade de uma vez, e isso não é muito bom quando ela fica furiosa com ele, ou quando sente o seu estrondoso ciúmes (que nega até a morte inclusive), mas isso não abala eles, um não vive mais sem o outro. Mas como Peter é desligado, nem percebe que sua melhor amiga é perdidamente apaixonada por ele.

    E agora, chegou ao acampamento uma garota que cativou Peter, a Wendy, menina pela a qual Peter está criando um bonito vinculo, e não entende o motivo dela e de Bell não se darem nada bem (porque o óbvio nunca é visto por ele, Bell sente ciúmes da garota nova, que parece estar se apaixonando por ele).

    É, enfrentar monstros é fichinha perto do que Peter vai passar com essas duas.


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Re: Ficha dos Semi-Deuses

Mensagem por Alicia Morgan em Dom Nov 14, 2010 12:59 am


Sons of Afrodite



DADOSGERAIS
Nome completo: Meu nome é Alicia Becky Morgan, e tenho certeza que o prazer é todo seu;
Idade: Nunca lhe ensinaram que é indelicado perguntar a idade de uma dama não?! Mas enfim eu tenho 16 anos;
Data de nascimento: Eu nasci no dia 03 de maio, acho bom lembrar de me compra um presente agora que já te falei o dia
Progenitor Olimpiano: Minha mãe é a Deusa mais linda de todas, ela é a deusa da beleza sabia?! É eu to falando da Afrodite mesmo;
Familiares humanos: Tem o meu pai o Dimitri, ele é legal e tudo mais, tem a Camille ela é minha madrasta apesar de que passei a maior parte da vida acreditando que ela era minha mãe e tem Lexie minha irmã gêmea que também vive aqui no acampamento, provavelmente tá por aí tentando juntar mais um casal;

OUTRASINFORMAÇÕES
Maiores habilidades: Pode não parecer mas eu sou boa em escalar montanhas e sou melhor ainda com uma espada na mão, não que eu seja a melhor do acampamento, mas sou muito boa isso eu posso te garantir, mas se duvida eu posso te provar;
Fisicamente: Posso resumir fácil pra você, eu sou linda, viu só, uma palavra só resume tudo, tá já entendi, informações insuficientes, tenho a bele branca, tipo muito branca mesmo, tenho olhos azuis, cabelos loiros ondulados que batem abaixo da cintura, tenho 1.64 de altura, não vou te falar o quanto eu peso, mas sou magra se é isso que quer saber;
Psicologicamente: Eu odeio gente falsa e sou bastante sincera,a credite que se eu não fui coma sua cara você logo vai ficar sabendo, sou bem impulsiva, sei lá, acho que nasci em uma época que resultados são tão imediatos que eu sou meio sem paciência de esperar isso, não sou do tipo que espera ser atacada pra atacar entende?! Enfim, sou atenciosa também e um tanto perfeccionista;
Maiores temores: Que algo ruim aconteça com a Lexie, não sou muito de demonstrar carinho e tudo mais, mas eu realmente me preocupo com ela, ela é minha irmã sabe!? Não tem como não me preocupar;
Objetivos e sonhos: Que minha mãe se sinta orgulhosa de mim e da Lexie e que meu pai se separe da broaca que vive com ele;

DADOSDOACAMPAMENTO
Quando chegou ao Acampamento Meio-Sangue? Qual sátiro o trouxe? Eu cheguei aqui quando eu tinha 11 anos, o sátiro que me trouxe foi o Nicholas Black, mas nem adianta sair por aí procurando ele, ele acabou sendo morto na última missãoq ue a gente teve, ele sempre me acompanhava nas missões;
Participou de alguma missão? Como foi? Sabe já participei de várias e sei que você não quer que eu fique aqui contando todas, você vai ficar cansado e enjoar logo e parar de prestar atençãoe eu vou ficar falando que nem uma boba;
A gente tinha ido pegar uma peça que um centauro pediu, sabe, eu nunca entendi o porque daquela peça, acho que o único que me explicaria seria o Nicholas, mas eu vou lhe contar o que aconteceu;
Estávamso nós praticando técnicas de luta com a espada Nicholas sempre me ensinava algumas coisas, e não demorou muito para que ele fosse chamado por um centauro e o primeiro pensamento que me veio foi "lá se foi o meu treino extra", enfim, ele voltou dizendo que ia precisar sair em uma missão, e eu estava empolgada ele sempre me deixava ir, afinal as outras missões haviam sempre sido buscar campistas novos, mas essa era diferente, ele pareceu receoso, mas acredite eu não sou do tipo de garota que aceita um não como resposta e Nicholas sabia que ou eu ia diante de seus olhos ou ia aparecer escondida, então era melhor me ter a vista; Chegamos em um teatro velho no centro da cidade, eu podia jurar que não tinha nada lá além de ruínas, mas logo Nicholas achou o que queria, no meu ponto de vista aquilo era só uma pedrinha branca sem graça, mas ele falou que era importante e que tínhamos de levar aquilo para o acampamento a qualquer custo, então eu simplesmente concordei e coloquei no meu bolso; Mas sabe, entrar e pegar foi fácil, o maior problema foi sair, não é nada legal você ver um ciclope e um grifo na cidade, ainda mais em um teatro abandonado todo escuro, sei lá, isso foi meio macabro se é que em entende, eu peguei minha espada e ouvi sons de que uma batalha já havia começado, segurei o impulso de olhar pra trás afinal o grifo já estava pronto para atacar se eu me virasse o resultado com certeza não seria bom, não pra mim pelo menos, eu tentava atacar o grifo, mas podia ouvir a voz de Nicholas berrando para que eu o atacasse e desse um jeito de sair dali, tá nos dois conseguimos fazer isso e estávamos quase de volta ao acampamento quando o bendito grifo apareceu, Nicholas me mandou ir, falou que estaria tudo bem que logo chegaria, eu acreditei nele, ao chegar no acampamento entreguei a pedrinha para o centauro que nos esperava e ouvi um grito, não sóeu como alguns outros campistas e sátiros fomos correndo na direção, o grifo estava morto, mas Nicholas estava bastante machucado, os outros sátiros o levaram para o acampamento e apesar de todos os esforços ele simplesmente não sobreviveu;
Possui algum objeto/arma especial? Bem que eu gostaria, mas elas são especiais demais e não dão em fonte não é mesmo?! Os Deuses são bem rigorosos pra escolher quem vai ter uma arma especial e quem não vai ter, mas acredite, eu ainda vou ganhar uma;
Habita o Acampamento apenas durante as férias? Isso depende do ânimo do meu pai, alguns anos sim, outros não, depende de onde ele pretende passar as férias e se é na companhia da esposa ou das filhas, ele já se conformou que não dá pra ter as três, não por enquanto pelo menos;
Se dá bem com: Com a maioria das pessoas, sabe, eu sou sociável, tudo bem, o pessoal pode não me amar, mas isso não significa que a gente não se dê bem;
Não se dá bem com: Não me lembro de nenhum "inimigo declarado" aqui no acampamento não, apesar de algumas garotas me olharem torto por eu nunca estar 'apaixonada' por algum rapaz do acampamento;
Atividades de preferência no acampamento: Gosto das coisas que fazem com que eu me movimente, não sou muito boa com as artes, odeio ficar parada mexendo com aquela coisa de pintura e tudo mais, sabe, gosto mais de agitação, adrenalina, enfim, acho que entendeu;

HISTÓRIA
Ok, você quer que eu te conte então eu conto, mas pode ir sentando a bundinha na poltrona e calando a boca, eu simplesmente odeio ser interrompida;

O que posso te dizer a minha vida nunca foi das mais agitadas sabe?! Eu gostava de sair, sempre estava na companhia de algum garoto, mas diferente das minhas amigas eu não me apegava a ninguém, tipo, não que os garotos fossem ruins, eles só não eram bons o suficiente pra mim sabe?!

Ok, você quer saber da história, então tá, do início, meu pai é um empresário e ele gosta do que faz, isso é o mais importante não é?! Mas claro isso não quer dizer que ele não ganha muito dinheiro com o que faz afinal, ele ganha sim, mas ele é um rapaz bonito sabe, alto, pele clara, cabelos pretos, olhos azuis, acho que com isso sua imaginação já pode te dar uma idéia do que eu estou falando; já a minha mãe tem olhos castanhos, pele clara, cabelos loiros e é modelo, então achoq ue você entende o porque eu e aLexie somos assim não é mesmo?! Tá, a não ser pelo fato de que essa mãe, não é de fato a nossa mãe e sim nossa madrasta, mas acabei me acostumando a chamá-la de mãe, sabe eu cresci achandoq ue ela fosse minha mãe então não me culpe;

Meu pai nunca me falou que a Camille não era minha mãe de verdade, eu sempre acreditei que fosse até o dia em que encontrei uma foto no armário do meu pai, não me pergunte o que eu estava fazendo no armário dele, eu não vou te contar mesmo, enfim a foto estava escondida com cuidado entre as roupas e isso foi estranho, o mais estranho é que ele estava na companhia de uma mulher, uma mulher linda de cabelos loiro escuro cacheado, olhos azuis e pele clara, eu olhava essa foto quando Lexie apareceu na porta do quarto e eu olhei pra minha irmã só então vi algumas semelhanças, sabe aquela coisa de que lhe é familiar alguém?! Pois é, Lexie me lembrava essa mulher da foto, mas minha irmã não viu meu olhar assustado e logo saiu do quarto, olhei para um porta retrato ao lado da cama e olhava para Camille, era também era bonita só que gente não tinha nada parecido com ela;

Meu pai não gostava que eu ou Lexie fossemos na empresa, mas eu ignorei aquilo e apareci lá e perguntei quem era a mulher da foto, ele ficou surpreso e sem reação por um momento, falava que era uma amiga, e nada mais, mas eu começei a mostrar uma foto minha e da Lexie, a foto com a mulher misteriosa e uma da Camille, sabe, a gnete de fato parecia mais com a milher misteriosa que com a Camille, meu pai tentava negar, mas algumas coisas estavam sendo impossíveis por fim ele admitiu que Camille não era nossa verdadeira mãe, ele havia conhecido minha mãe mas depois ela sumiu da vida dele, Camille sempre esteve ali e estava grávida dele, os dois se casaram, mas pouco tempo depois Camille perdeu o bebê e nunca mais conseguiu engravidar, foi quando um rapaz, na verdade um sátiro mas meu pai não sabia disso, apareceu com duas lindas bebês a porta da casa dele e lhe entregou falandoq ue eram filhas dele, ele começou a falar que precisaria conversar com Camille, mas ele apareceu a porta e viu as duas crianças e se encatou com elas de cara, e foi impossível não querer elas, ela nos amou como se fôssemos suas filhas de verdade, e eu cresci acreditando nisso, acho que o difícil é justamente isso sabe?! De repente eu descobrir que tudo o que eu tinha vivido era uma mentira, enfim pouco tempo depois conhecemos o Nicholas na escola, ele virou um amigo, papai sempre fazia questão de deixar claro que não gostava dele, que ele não era bem vindo, sei lá, achoq ue foi porque foi exatamente o Nicholas que trouxe a gente pro papai ele achou que agora ele estava ali nos pegando de volta ou algo do tipo, só que isso é uma escolha minha e da Lexie sabe?!

Eu tenho que admitir que foi muito estranho eu ouvi Nicholas falando que já era hora do papai nos contar a verdade, a deixo claroq ue eu ouvi isso por acidente, eu estava descendo a escada quando ouvi eles discutindo, e o impulso de entrar e perguntar que verdade tomou os dois de surpresa, Camille entrou na sala com uma bandeja com chá e biscoitos e Lexie estava no quarto quando uma hárpia, naquele dia eu simplesmente achei uma aberração afinal era algo metade mulher e metade ave, enfim ela entrou pela janela e começou a me atacar, logo vi Nicholas se levantando e lutando contra a coisa quando Lexie desceu correndo a escada, a luta demorou uma eternidade aos meus olhos, afinal eu estava assustada, enfim depois disso papai falou que Camille não era nossa mãe, que éramos filhas de uma deusa, Nicholas falou que aquela coisa apareceu lá talvez por nossa causa e isso bastou para que Camille tivesse um ataque histérico e começasse a nos chamar de aberrações, papai tentou nos defender, mas apesar de tudo ele ainda amava ela também, Nicholas nos falou do acampamento e nos mudamos pra lá, apesar de que em algumas férias vamos passar com o papai, mas só quando Camille não está, simplesmente não dá mais pra gente e a Camille convivermos no mesmo lugar, aos olhos dela nós deixamos de ser as garotas que ela amava pra virarmos duas aberrações que só lhe trazia riscos;

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Re: Ficha dos Semi-Deuses

Mensagem por Violet Marie Dangerous em Qui Nov 25, 2010 11:45 pm


DADOSGERAIS
Nome completo: eu me chamo Violet Marie Dangerous, mas por favor me chame de Vi, sabe não sou muito fã de nomes grandes;
Idade: eu ainda sou uma criança tenho 11 anos
Data de nascimento: eu nasci no dia 21 de Dezembro, porque? Você vai me fazer uma festa?
Progenitor Olimpiano: isso é o que mesmo? Sério que não entendi a pergunta. Isso teria alguma coisa haver com aqueles caras que a gente vê em estátuas no museu? Mas eles são só estátuas, como eu poderia ter algo haver com um deles?
Familiares humanos: a minha mãe se chamava Elizabeth Dangerous, eu não lembro dela, ela morreu eu eu tinha 4 anos, e depois disso acabei indo para um orfanato, e de lá mudando de casa em casa;

OUTRASINFORMAÇÕES
Maiores habilidades: eu simplesmente amo pintar e tocar música e cantar, sabe quando você muda de casa em casa as pessoas tentam te ensinar coisas legais, e algumas são legais mesmo;
Fisicamente: eu tenho olhos azuis, muito azuis mesmo; tenho cabelos castanhos e lisos com alguns cachos nas pontas que batem na minha cintura; sou magra e baixinha, tenho 1,47 mas ainda vou crescer;
Psicologicamente: eu acho que sou diferente, ao menos diferente de todo mundo que conheço; acredito que sou bem intensa, gosto de abraçar apertado, sentir a alegria inteira, inventar mundos, inventar amores; acho graça onde não tem sentido, acho lindo o que não é, o simples me faz rir, o complicado me aborrece; odeio acordar cedo, mas adoro dormir com as luzes da TV; não sei sentir raiva, a mágoa que sinto sempre me machuca mais; não sei fazer jogos de amor e nem quero aprender isso; eu adoro meus pés descalços no chão, relaxo tomando sorvete, só consigo ver filme sem sapatos; eu gosto que as coisas saiam sempre do meu jeito (mimada); amo banho de chuva, mas sem aqueles pingos gordinhos e gelados; eu sou a pessoa mais chorona que eu conheço, choro quando dói, choro quando não dói;
Maiores temores: tenho medo de filme de susto, de lagartixa branca, de aranha, de maionese vencida, tenho medo de altura, tenho pavor de água, tenho medo das pessoas, tenho medo de mim;
Objetivos e sonhos: eu tenho vontade de encontrar uma família que goste de mim que me queira bem etodo mais, sei que pode ser clichê falar isso mas é verdade, quero encontrar pessoas que se orgulhem de ser a minha família entende?!

DADOSDOACAMPAMENTO
Quando chegou ao Acampamento Meio-Sangue? Qual sátiro o trouxe? Se você me falar como é o acampamento e o que é um sátiro talvez eu consiga responder isso;
Participou de alguma missão? Como foi? só se você considerar fugir de todos os lares adotivos que já me arrumaram uma missão, aí sim;
Possui algum objeto/arma especial? porque eu ia ter uma arma? eu sou só uma criança esqueceu disso?
Habita o Acampamento apenas durante as férias? Já te disse que não faço idéia de que acampamento você está falando;
Se dá bem com: eu normalmente me dou bem com as pessoas, mas não chego a ficar muito tempo em um lugar pra dizer que eles são meus amigos ou não;
Não se dá bem com: acho que do mesmo jeito que não fico muito tempo pra saber se alguém é meu amigo também não sei se é meu inimigo;
Atividades de preferência no acampamento: eu nunca fui para o acampamento, mas se lá tiver como tocar música acho que vai ser a minha preferida;

HISTÓRIA

Eu sempre vi a minha história como algo chato, não sei se você vai gostar, mas eu conto já que você quer tanto ouvir;

Eu nasci em Nova York no dia 21 de Dezembro, fazia frio naquela noite, ao menos eu acredito que sim já que nos anos seguintes sempre foram assim, esse não teria sido tão diferente; Sabe, a maioria das pessoas não gosta de nascer perto do Natal, eu nunca vi problema com isso afinal, eu mereço dois presentes ou pelo menos um que vale por dois entende?!

Eu não lembro muito da minha mãe, eu era pequena, mas sabe eu tenho fotos dela comigo, ela era muito bonita, tinha cabelos escuros que nem o meu, pele clara, era magra, só que tinha olhos castanhos, acho que os olhos azuis devem ser do meu pai, ela era nova, ela me teve enquanto ela tinha 16 anos, ela deve ter ficado assustada, eu ficaria, mas pelo menos ela não me abandonou, acho que isso é o que faz com que eu sinta mais falta dela;

Eu não sei nada do meu pai, minha mãe não tinha nenhuma foto com ele, eu não lembro se ela falava dele, eu não sei quem ele é, pode ser qualquer estranho por quem já passei na rua, mas não sei, as vezes tenho aquela impressão de que se eu ver ele vou saber que é meu pai, mas não sei se isso acontece de verdade ou se é só em filme;

Eu lembro muito pouco, mas me contaram como minha mãe morreu, parece que a gente estava em uma estrada quando ela passou por uma ponte e por algum motivo desviou o carro mas esse caiu na água e ela morreu afogada, não sei porque eu não morri, falaram que me encontraram na beirada do lago, acho que ela deve ter conseguido me tirar do carro mas ela não conseguiu sair;

Acho que eu acredito quando as pessoas falam que é mais fácil encontrar casa pra você quando você é bebê eu ao menos uma criança pequena, lembro que fiquei no orfanato por pouco tempo depois que a minha mãe morreu, não sei porque não fui parar com ninguém da família; mas naquele mesmo ano eu acabei indo morar com uma família os Foorten em Manhattan, mas sabe eles tinham mais dois outros filhos mais velhos, não é fácil ser adotado e ainda por cima ser a única garota da família, os garotos tinham mania de quebrar minhas coisas, por vezes aprontarem e darem um jeito da culpa acabar sendo minha, acho que acabei dando trabalho, não que fosse culpa minha na verdade eram os filhos deles que faziam tudo, mas os Foorten's desistiram de mim e voltei para o mesmo orfanato em Nova York; eu já tinha 5 anos quando fui morar com os Graham em Los Angeles, era estranho sabe, eles sempre estavam brigando, eu sempre me escondia deles, mas em uma das vezes que sai de casa pra me esconder e fugir das brigas naõ deu pra voltar, eles já haviam se mudado, tá a casa estava um pouco vazia quando saí, mas nunca imaginei que eles fossem mudar e me deixar pra trás entende?! Apesar de todas as brigas eles eram legais, acho que eu não era legal o bastante e mais uma vez voltei pra o orfanato; Assim que passei a morar em Phoenix com os Swing eu fui matriculada em um internato, juro que não entendi ao certo o porque ele me pegaram no orfanato, eu passava a semana toda na escola, só ia pra casa nas férias e feriados tipo natal, acho que era mais pra manter a aparência sabe, o Sr. Swing era um pastor e todo mundo comentava que ele e a Sra. Swing não tinham filhos, mas eles naõ eram o tipo de gente que é pai e mãe parecem mais aquele tipo que realmente não tem filhos e não vai ter nunca, eu não era a aluna exemplar que eles queriam, muito pelo contrario, me distraía fácil e sempre estava em meio as confusões, tá eu não ficava no meio, mas eu sempre estava no lugar errado e na hora errada e a culpa acabava sendo minha, até que no final do ano eu fui expulsa e assim que saí da escola os Swing viram que eu naõ era boa pra ser a filha deles, mais uma vez voltei para Nova York; eu ja´estava ficando grande já era mais difícil encontrar uma casa, mas sempre tinha uma família ou outra que resolvia adotar uma criança mais velha e lá estava eu com 7 anos indo pra uma fazendo em Dallas, mas não durou muito tempo, eu não conseguia gostar de trabalhar na fazendo, não gostava daquelas coisas, as pessoas era aquele tipo que todo mundo sabe de tudo, sempre me perguntavam de onde eu vinha oq ue aconteceu, na escola eu era a única desconhecida e apesar de ficar quieta começaram a ter confusões depois que eu mudei pra cidade eu lembro de ter ouvido o filho dos Grider's dizer isso, que a culpa era minha, mais uma vez eu ouvia dizerem que a culpa era minha, acredite no orfanato as vezes chegavam umas cartas falando que a culpa da morte da minha mãe era minha, isso não é uma coisa legal, eu não aguentei ouvir aquilo e fugi, eu tinha um pouco de tinheiro consegui pegar um trem e depois outro, por fim acabei voltando para Nova York, eu fiquei no orfanato até completar 11 anos quando entrei em uma escola de freiras, isso já me assustou um pouco se eu conseguia me meter em confusão em uma escola que diziam ser menos rígida quem dirá emuma escola de freiras, se passaram alguns meses normais sem nada de muito diferente e eu estava achandoq ue minha onda de azar tinha ido embora finalmente e agora as coisas seriam boas e pronto, mas foi erra meu, a nossa professora de música se transformou em uma coisa estranha era metade mulher metade pássaro, eu não sabia oq ue era simplesmente consegui pensar em sair correndo entende?! Mas você não tem idéia de como é difícil sair de um colégio de freiras, agora eu simplesmente continuo sem família, fui expulsa da escola e passo o dia inteiro na rua só vou para o orfanato mesmo pra dormir, mas depois do dia que a professora virou uma mulher-pássaro as coisas ficaram estranhas eu juro que vi um grifo, sabe aqueles que a gente vê em livro de histórias gregas?! Pois é eu juro que vi um e ele tava correndo atrás de mim, sei lá as coisas tão ficando cada vez mais estranhas;

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Re: Ficha dos Semi-Deuses

Mensagem por Lexie Morgan em Sab Nov 27, 2010 10:37 pm





DADOSGERAIS
Somebody mixed my medicine...

Nome completo: AlexisElizabeth Marrie Morgan, mas só Lexie, por favor.
Idade: 16 anos.
Data de nascimento: 06de outubro.
Progenitor Olimpiano:Afrodite.
Familiares humanos: DimitriMorgan, meu pai. Camille Morgan, minha madrasta. Alicia Morgan, minha gêmeameio humana.

OUTRASINFORMAÇÕES
I am a Blond Rebellion

Maiores habilidades:Quem me conhece diz que sou uma ótima cantora, Mariah costuma dizer que vistoas melhores roupas do acampamento. E...conta juntar casais apaixonados? *-*
Fisicamente: Cabeloloiro platinado, o qual mudo o corte constantemente, olhos azuis ou verdes,dependendo do humor, extremamente magra, mas o corpo é perfeito, com cada curvano devido lugar e sou até que alta, oque é bem estranho, tenho por volta de 1,66.
Psicologicamente: Eunão deveria me descrever, eu provavelmente sou perfeita, qual filho de Afroditenão é? Posso te fazer se apaixonar por mim estalando os dedos, e você seapaixonaria sempre, independente de quem for. Eu sei que sou querida por todose tenho vários amigos, porem não confio em todos, até porque sei que muitos seaproximam de mim pela beleza, sou romântica, é meu dom fatal, eu sou o maiorcupido do mundo, melhor do que o próprio cupido, acredite. Eu tenho a sensaçãode que herdei algo de meu tio Eros, só pode.
Maiores temores: Perder minha irmã, Mariah e Arthur, que minha mãe jamais me veja como filha dela mesmo.
Objetivos e sonhos: Ficar com Arthur, juntar todos os casais lindos. s2

DADOSDOACAMPAMENTO
You make me wanna die, i'll never be good enough...


Quando chegou aoAcampamento Meio-Sangue? Qual sátiro o trouxe? Nicholas Black, sinto muitotê-lo perdido.
Participou de algumamissão? Como foi? Eu participei de poucas sabe? Não por falta de vontade, eusimplesmente não sou tão hábil para isso, dou preferência a aprender algo sobremedicina e ficar no acampamento esperando alguém ferido chegar das missões.
Possui algumobjeto/arma especial? Pulseiras, bolsas esapatos contam? Hm, não? Ok.
Habita o Acampamentoapenas durante as férias? Depende de quando meu pai está afim saca? Então ésimples, alguns aqui, alguns lá, pois é.
Se dá bem com: Todomundo poxa, em especial com minha irmã, claro, mas... bem, tem a Mariah, elesempre fora a minha melhor amiga e assim é, sempre será.
Não se dá bem com: Hm,desculpe, é impossível não me dar bem com alguém, todo mundo me ama.
Atividades de preferênciano acampamento: Gosto das Artes, gosto mesmo de cantar e de me vestir, tambémgosto de medicina, mas... é... meu forte é em aproximar as pessoas.

HISTÓRIA
They are sitting on a Strawberry Swing...

Once upon a time, but's not a fairy tale!
A minha vida é um saco. Não não, não estou sendo clichê, éverdade, minha vida é completamente um saco, quero dizer, eu sou linda, meu paié lindo, tenho uma irmã muito gata, uma melhor amiga maravilhosa, estou tipo,muito afim de um menino que é tipo, muuuuuuito gostoso. Mas... o que? O que euvejo de ruim nisso tudo? Hum, é ai que vem o grande problema, eu sou uma semideusa.Não tem enorme problema nisso, mas só o fardo que você é obrigado a carregar éum saco, segundo, você nunca pode ver sua mãe, tocar sua mãe, beijar sua mãe, ea única pessoa a quem um dia você chamou de mãe, lhe renega. Eu amo a Camille,não me entendam errado, mas... ela fode, mano. Deixe eu lhes explicarexatamente o que aconteceu.

Eu passei a infância e boa parte da adolescência achando quetinha a família mais linda do mundo, que tinha a melhor vida possível, eucresci comandando as garotas, sendo a melhor líder de torcida do mundo, pegandotodos os meninos que queria, tendo os melhores amigos do mundo, todo mundo meamava, todo o mundo girava em torno de mim, até o dia em que Alicia achouaquela maldita foto no guarda roupa do papai... Eu tinha 11 anos, não entendama mim e a minha irmã mal, pensem vocês, vocês tinham dentro de casa uma modelomaravilhosa a quem chamavam de mãe, ai de repente, um dia, vocês acham noguarda roupa do seu pai, a foto de uma mulher loira e muito muito muito muitobonita mesmo, tipo... divinamente bonita, o que pensariam? Bem, o que pensamosna hora não importava, Alicia correu para a empresa de papai, enquanto euvoltei ao quarto e chorei litros e litros seguidos, com a porta trancada eouvindo musica no ultimo volume. Não demorou muito para Alicia voltar e papai também.

E então Nicholas, que era um amigo ‘desagradável’, não muitobem vindo em nossa casa, mas que definitivamente era o melhor companheiro queeu e Alicia tínhamos, apareceu lá, como um chamado divino, e começou a explicartudo, foi exatamente como receber um tapa na cara, tipo... o que? Mamãe eraAfrodite? Sim, senta lá, Nick. Mas era verdade, depois de horas e horas demuita conversa berros tapas e gritos, entendemos por fim que nossa mãe era umadeusa, que havia nos renegado, e que corríamos risco de vido. Então pra quediabos viver, se teríamos de ser perseguida por toda a vida por monstros queaté o momento jurávamos ser de mentira? Não vou negar se me perguntarem se fuipara o acampamento de mau grado, eu fui sim, não gostava de mato nem nada dotipo, eu era das festas, da cidade, mas se era pra viver bem... então eu iriaaonde fosse, afinal, não poderia perder a única família que tinha. Mas também nãovou negar, se me perguntarem se amo o lugar, eu quebrei minha cara quandocheguei ao acampamento, é definitivamente meu lugar preferido na terra agora,eu prefiro mil vezes ficar ali pra sempre do que voltar pra casa nas férias,apesar de as vezes ser arrastada por Alicia para voltar para a casa, não mejulguem, mas eu não consigo simplesmente perdoar meu pai por não ter mecontado, qualquer coisa que eu teria feito se soubesse desde o inicio era totalde minha conta, ele não poderia se meter. E bem, também tem aquele sobrenomeque eu gosto sempre de lembrar, que é um óooooooootimo motivo de estar noacampamento, Gregory... Arthur, sabe? E claro, tem a Mariah também, ela é minhamelhor amiga poxa, tem felicidade maior no mundo. Fora isso, minha vida é mesmoum saco. Ter todos os sátiros aos meus pés, ver filhos de Hefesto caindo quandopasso por eles, ver as meninas me invejarem completamente todo o tempo, ficarcantando dançando e me arrumando, ficar juntando casais por todo o lado, porquesão idiotas e se gostam, mas não admitem e gostar de Arthur a cada segundomais.
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